A Fortaleza de Valença recebeu a iniciativa “Vinhos do Atlântico”

A Fortaleza de Valença recebeu, na passada sexta-feira e sábado, a primeira edição dos Vinhos do Atlântico – Exposição do Noroeste.

Vinhos de Valença, do Minho e da Galiza estiveram expostos na Coroada para uma mostra vínica, acompanhada de gastronomia da região e uma programação diversificada.

Este evento, com vários componentes, como a mostra de vinhos, a Gala vínica, o Roteiro ‘Passaporte dos Vinhos’, pretendeu ser diferenciador na mostra, prova, experiência e compra de vinhos do Noroeste da Península Ibérica.

Esta primeira edição pretendeu realizar uma promoção conjunta dos Vinhos Verdes do Minho e das Rias Baixas, servindo como trampolim para a valorização dos produtores locais, que merecem ser promovidos e potenciados. A estes, juntou-se a promoção do rico património que Valença possui, com destaque para a Fortaleza de Valença e a sua rede museológica.

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Gala Vínica

A gala vínica contou com produtores, enólogos, críticos, revistas da especialidade e proporcionou uma oportunidade de mostrar, provar e interpretar os vinhos presentes no certame, bem como elegeu os Embaixadores dos Vinhos do Atlântico 2024, escolhidos pelo conselho de provadores.

Roteiro Passaporte dos Vinhos

O Passaporte Vinhos do Atlântico superou as melhores expectativas com a presença significativa de curiosos pela descoberta de novos vinhos e a interpretação do património da Fortaleza de Valença: Esta experiência vínica teve provas incluídas e visita guiada à Fortaleza.

Músicas do Mundo e Blues

Os vinhos foram servidos ao som dos blues e músicas do mundo à noite, no palco do recinto, com a presença das bandas Ana Cris, Lene Soul Band, Jay Doe & Blues Preachers e Wax & Boogie – Rhythm & Blues Projects oriundas de Portugal, Espanha e Itália e ainda do Combo Improviso da Academia de Música Fortaleza de Valença.

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1 comentário

  1. Caiu! Com a tempestade, que “assolou” algumas zonas do País, e os “Xuchas” como é habito vieram logo com a resolução do problema “tanto locais” como nacionais! Mas o “Xucha “local pela sua formação académica deveria ser muito mais cauteloso, e não foi!
    Alguns locais e não só “esquecem” logo! Porém à alguns de longe, muito longe que jamais esquecem, e depois para “remendarem” o rasgão no tecido dizem “o gajo” não tem mais que fazer. E o “gajo” diz !
    Isso que acabou de dizer resolveu o problema? Recomendo a Todos os políticos deste País, façam as obras, e deixem ao Povo o agradecimento, não gastem dinheiro que pode ser necessário, para “outra” num evento desnecessário.!

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