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Assinado protocolo de apoio ao novo lar de Rio Frio. Segurança Social priorizou revisão do acordo para ir além dos 12 utentes

Assinatura do protocolo

O Centro Paroquial e Social de Rio Frio (CPSRF) e a Segurança Social (SS) assinaram, no passado dia 27 de janeiro, um protocolo de apoio para a Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI), nova nomenclatura para designar o lar de idosos.

A nova resposta social tem capacidade para 12 utentes. Mas a Direção do CPSRF exortou a SS a rever o protocolo no ano em curso a fim de aumentar a resposta da instituição.

O pároco Luciano Forte destacou a “importância do momento” para o Centro, que passa a disponibilizar uma valência que honra a velhice, e agradeceu a colaboração dos parceiros da instituição. Grato à comunidade local, o presidente da Direção referiu que, sem recorrer a empréstimos, foi feito um investimento de, sensivelmente, 1 milhão de euros, a grande fatia proveniente de fundos próprios. Mas, “para reduzir um pouco os encargos” e “atingir números mais aceitáveis para todos”, o sacerdote/arcipreste de Arcos de Valdevez desafiou o dirigente da SS a reforçar futuramente a colaboração.

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Na resposta, Paulo Órfão, depois de lembrar as limitações (financeiras e cronológicas) que quase travaram o apoio (ao lar), priorizou uma “proposta de revisão a este protocolo”, prometendo “o máximo empenho do CDSS” na satisfação desta necessidade. “Aumentar a resposta deste lar de idosos é uma prioridade para 2016”, garantiu o responsável, acrescentando que “a dimensão e a sustentabilidade do equipamento reclamam, em nome da justiça, um apoio conforme o aumento da capacidade”, mediante o dinheiro que for alocado aos novos acordos. “Porque o lar tem retorno, ajuda aqueles que mais precisam, dinamiza a economia e serve a comunidade”, justificou Órfão, ladeado pelos autarcas de Rio Frio, Senharei e Miranda.

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O edil João Manuel Esteves elogiou a “excelente gestão que, com a ajuda de todos, está a ser executada no CPSRF” e comprometeu-se, “dentro das atuais limitações, a dizer presente, se novo apoio vier a ser solicitado ao Município”, no seguimento de uma política social que tem vindo a “contribuir para um concelho mais coeso, mais justo e mais solidário.”

O CPSRF, inaugurado em 2006, cumpre várias respostas sociais (Centro de Alojamento Temporário, Apoio Domiciliário, Centro de Dia, Atividades de Tempos Livres e a nova ERPI) e emprega 24 pessoas. Em caso de aumento da sua capacidade, o equipamento vai dar trabalho a mais uma dezena de funcionários.

Daniela Dias é a diretora técnica do CPSRF.

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