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Coligação o ‘Concelho em Primeiro’ preocupada com o «atraso» na  reabertura das piscinas municipais de Vila Praia de Âncora e habitação social

«Há prioridades financeiras no concelho de Caminha que não passam pela promoção da imagem do presidente da Câmara, mas sim pelo bem estar das pessoas» – acusa a oposição à autarquia socialista.

Para esta Coligação «O executivo municipal anda há 10 anos, desde que foram eleitos, a dizer mal» das piscinas municipais de Vila Praia de Âncora, numa «perseguição visceral, desvalorizando sempre o forte contributo que este equipamento deu para a promoção do exercício físico e para termos umas piscinas de qualidade no nosso concelho, que são utilizadas por milhares de pessoas».

«As piscinas municipais, são mais do que um local para se praticar natação. Foram pensadas também para serem um centro de comércios e de instalação de equipamentos de saúde e um campo de ténis. Um equipamento que nos orgulha a todos, mas pelos vistos não ao atual executivo, que mais não faz do que dizer mal da decisão de terem sido construídas, da forma que foi possível na altura».

Defendem que «Na altura, tiverem que ser pensadas em forma de parceria público privada porque o País estava a atravessar uma crise sem precedentes que culminou com a entrada da troika do nosso país, depois da gestão do engenheiro José Sócrates».

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Afirmam que mesmo naquele contexto, o executivo da altura «teve o arrojo de comprar os terrenos e de encontrar sinergias em privados para dar ao concelho um equipamento com a dignidade que merecia».

Lembra, ainda, que «Em 2033 terminam os pagamentos e as piscinas serão propriedade exclusiva do município de Caminha», pelo que «Ao longo dos anos da sociedade estava plasmado no contrato que a Câmara pagaria a sua parte correspondente , mas que as obras de reparação e manutenção do edifício ficariam a cargo da sociedade».

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ENDIVIDAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL

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A Coligação realça que «O problema é que o presidente da altura, Miguel Alves, em 2015 resolveu deixar de pagar as piscinas durante mais de 7 meses», daí que «Atualmente as dívidas à Caminhaequi (nome da sociedade desta parceria) são tão avultadas, que a Câmara não está em condições para exigir nada aos seus parceiros», sendo que «Para além disso, andou este executivo a mentir deliberadamente aos caminhenses durante todos estes anos».

E exemplificam: «Basta ver as notícias que são públicas numa breve pesquisa online. Em 2019 diz nuns órgãos de comunicação social que ia comprar as piscinas por 6.2 milhões de euros e extinguir a PPP. Na página do Município desse mesmo ano refere que afinal as iria comprar por 5.2 milhões de euros e que já estava tudo tratado com os privados. Afinal, como sempre, foi um rol de mentiras para tentar enganar os caminhenses como ainda hoje o fazem».

«Em 2017 as piscinas estiveram fechadas e fizeram obras de beneficiação diversas. Nomeadamente ao nível das máquinas e cita-se a nota de imprensa remetida pelo gabinete de comunicação do Município “Foram ainda realizadas intervenções ao nível das máquinas mais importantes, como a desumidificadora e a caldeira, bombas doseadoras de produtos de tratamento…”»

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A oposição aos socialistas observa que «Posto isto não se entende, como em 2023, depois das intempéries, o seguro demora mais de três meses a dar resposta ao município. Não se entende como é que este executivo não tem o músculo suficiente para exigir celeridade neste processo. Não se entende porque é que não há informações aos munícipes/utentes daquele equipamento sobre a data possível de abertura. Não se entende porque é que não priorizam a reabertura deste equipamento, negociando com os parceiros uma forma expedita de resolver o problema.»

Apelam, ainda, a uma reorganização do orçamento apresentado para 2023, tal como indicar prioridades e encontrar outros meios e soluções financeiras para resolução deste problema de forma imediata.

 

ASSESSORIAS MILIONÁRIAS

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O Comunicado da Coligação ataca particularmente o actual presidente da Câmara Municipal de Caminha. «O que não precisamos é de ter uma página do município que mais parece um blogue de fotos de Rui Lages em todas as posições, em vez de termos uma página municipal que informe devidamente os munícipes sobre os problemas e o que está a ser feito para os resolver. Continuamos a pagar todos as fotografias e as assessorias milionárias de Rui Lages e depois não há dinheiro para os imprevistos que acontecem».

Destacam, ainda, que a equipa de natação do Caminhense «merece a reabertura imediata destas instalações, pelo fantástico trabalho que têm desenvolvido», até porque, referem, «As nossas crianças merecem poder usufruir das melhores piscinas que há no distrito» e todos os utentes das piscinas e que são milhares «merecem o esforço de as voltar a por a funcionar o mais rapidamente possível».

Concluem que «Três meses já passaram e ainda não há respostas para nada», pelo que a Coligação pede que «sejam firmes nas posições, que se amadureçam nas convicções e que resolvam os problemas em tempo útil».

COMUNICADO

COLIGAÇÃO O CONCELHO EM PRIMEIRO ALERTA PARA A INCOMPETÊNCIA DO EXECUTIVO DE POR EM PRÁTICA O PROGRAMA DE HABITAÇÃO SOCIAL NO CONCELHO DE CAMINHA

 

Programa 1º direito – Habitação social praticamente na estaca zero ao fim de 2 anos

 

Na reunião de câmara, da passada quarta feira, os vereadores da coligação O Concelho em Primeiro voltaram a chamar à atenção para a falta de ação do executivo no que diz respeito ao programa de Habitação social no concelho de Caminha e de já terem passado dois anos após a garantia de financiamento e praticamente nada ter sido feito.

Em 2021, o executivo municipal dizia publicamente ter garantido casa nova para 47 famílias e cita-se “ iria reabilitar 22 habitações, adquirir e reabilitar mais 16 e construir mais 9”.

Na reunião de Cãmara desta semana, os vereadores da coligação perguntaram que casas eram estas e o presidente da câmara Rui Lages não conseguiu dar nenhuma resposta concreta.

Este facto causou estranheza aos vereadores da coligação porque Rui Lages, em 2021 afirmava em notas de imprensa da altura, enquanto coordenador da estratégia Local de habitação, que o horizonte temporal para levar a cabo este programa era de 6 anos, ou seja, conhecia bem o que constava nessa estratégia.

No entanto já estamos em 2023 e praticamente nada foi feito.

No início de  2022 o executivo afirmava que a matéria de habitação iria arrancar no início desse ano, com fases de planeamento, projetos de arquitectura e especialidades.

Afinal, ficou-se a saber ontem. Que não têm casas nenhumas, projetos nenhuns nem ideia de como avançar com a estratégia de habitação.

Têm somente um espaço em Cristelo que foi recentemente cedido pela Junta de freguesia. O único em 2 anos.

A dita estratégia Local de habitação da responsabilidade de Rui Lages, definiu em 2021 e cita-se a afirmação do executivo “ Está já definido o Bairro dos pescadores de Caminha como prioridade, onde o IHRU é proprietário de 17 fogos. O passo seguinte passará por encetar diálogo conjunto entre a câmara, o IHRU, a Junta de Freguesia de Caminha e Vilarelho e os pescadores”.

Os vereadores da coligação OCP souberam ontem que até nesta matéria nada foi feito.

A vereadora Sandra Fernandes, que tem atualmente este dossiê, não conseguiu por em marcha este programa de habitação tão importante para o concelho de caminha.

Outros concelhos vizinhos agarraram este financiamento do PRR e já lhe estão a dar corpo, infelizmente em Caminha este executivo não sabe nem consegue fazer nada.

Segundo os vereadores da coligação o Concelho em Primeiro “ aqui no concelho continuam com a incapacidade para conseguir fazer o que quer que seja. Para fazerem algo têm que contratar fora porque os vereadores com pelouros não são capazes de fazer nada e depois é dinheiro do erário público que é usado para pagar esta incapacidade e impreparação do executivo para fazer o que quer que seja”.

Agora contrata-se tudo fora. Planos, estudos, pareceres. Até se paga para uma entidade dizer que somos um bom concelho para viver, mesmo que isso não corresponda com a verdade.

Infelizmente este executivo está mais preocupado em encher as páginas do município com fotografias do presidente e vereadores em todas as posições, do que em sentar-se com sentido de responsabilidade política a tratar dos assuntos sérios que há para resolver no concelho.

A Coligação O Concelho em Primeiro vai insistir neste assunto até que o programa seja posto em prática porque a população do concelho de Caminha merece que este assunto não passe nos pingos da incompetência e imaturidade politica.

Segundo a Coligação “ só fazem alguma coisa quando os chamamos à atenção, portanto esperamos que também agora algo seja feito e que brevemente se saiba mais alguma coisa sobre o andamento do programa de habitação social.  Porque nós não vamos largar o assunto até o executivo começar a trabalhar nesse sentido”.

 

A Coligação O Concelho em Primeiro

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