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Cortes de trânsito na Feira Medieval não foram levados a reunião da Câmara Municipal

Comunicado de Imprensa

Com um ano para preparar a feira medieval, executivo, por incompetência, não levou a proposta de corte de trânsito a reunião de câmara atempadamente.

Ocorreu mais uma feira medieval.

À parte do sucesso que esta iniciativa tem e que tem sido trilhado há mais de 12 anos no nosso concelho, o presidente da Câmara insiste em não fazer os procedimentos de forma correta.

A preocupação com o corte de trânsito deve ser um ponto estrutural na organização da feira porque dele dependem dezenas de empresários e comerciantes, os quais de um dia para o outro podem ver toda a sua estrutura e organização a ter que mudar.

Como já tinha acontecido recentemente, com cortes de trânsito a serem dados a conhecer no próprio dia, a quem trabalha o ano inteiro em Caminha, mais uma vez, Rui Lages só envia o aviso de corte de trânsito em cima da data do evento com a agravante de que nem a proposta levou a reunião de câmara, conforme a lei prevê.

Que justificação se irá dar para ter ratificado uma proposta, depois de ter um ano para preparar a feira medieval?

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Porque só com uma justificação é que pode levar propostas que não são da sua única competência a ratificar.

Os comerciantes de Caminha preparam os seus estabelecimentos e restaurantes com uma expectativa e depois vêem a mesma defraudada porque não sabem se vão ter o trânsito cortado ou não.

As ruas não pertencem a nenhum presidente da Câmara. São de todos os caminhenses, são de todos os comerciantes que pagam milhares de euros dos seus impostos para que Rui Lages ande a pagar as suas assessorias pessoais, de comunicação e outros gastos supérfluos.

Os comerciantes mereciam mais respeito por parte deste executivo.

A forma irresponsável com que se está a tratar o órgão municipal – Câmara, no que às reuniões em que estão presentes todos os vereadores, com pelouros e sem pelouros, que é onde têm de vir os assuntos que têm que ser discutidos e aprovados, antes de serem implementados, está a ser levado ao limite.

O Presidente decide sozinho e depois leva a reunião de câmara, impondo, as suas decisões através de ratificações. Isto não é democracia.

Nenhuma proposta da oposição é aprovada por este executivo, contrariamente à postura proativa dos vereadores eleitos da Coligação, que analisam as propostas e aprovam todas as deliberações que consideram corretas para o bem do concelho.

No caso, Rui Lages, não aprova nada que venha da oposição, nas reuniões de câmara nunca dá voz aos seus vereadores com pelouros e fala sozinho, numa atitude egocêntrica. E para agravar, decide sobre cortes de trânsito sem levar a reunião de câmara e noutros casos sem ouvir os próprios comerciantes. Informa as pessoas que estão no terreno durante todo o ano, só em cima dos eventos, acerca dos cortes de trânsito que vão alterar a vida dos comércios e restauração.

 

Coligação O Concelho em Primeiro

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1 comentário

  1. E esta a “capacidade” dos executivos “Chuças”, por mais voltas que deem nada sai digno para a sociedade viver uma vida, digna, livre e justa! Provavelmente o “curso superior” foi de papel passado !

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