Lendas e Mitos: A Sedução de Íara

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António J. C. da Cunha

Empresário Lusobrasileiro no Rio de Janeiro  *

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O mito da ÍARA , ou a Mãe-d’Água, é um dos mais antigos e conhecidos. Com a chegada dos colonizadores, foi se transformando e a ÍARA acabou retratada como a sereia dos rios. Mas ela era muito mais do que isso…

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Nas lendas, a ÍARA é retratada como uma linda mulher, que atraía os homens com sua beleza e com sua voz. Diz-se que quem ouvia o seu canto acabava enfeitiçado.

Em muitas histórias, ela aparece para os jovens, bravos e fortes guerreiros, encantando-os e levando-os para o fundo do rio.

Algumas versões contam que, ali, eles vivem para sempre como seus companheiros; outras, que acabam sumindo, para nunca mais voltar.

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A história da sereia Iara

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Reza a lenda que a ÍARA era uma corajosa guerreira dona de uma beleza invejável. Por esse motivo, os irmãos sentiam inveja dela e resolvem matá-la.

Todavia, no momento do combate, pelo fato de possuir habilidades guerreiras, ÍARA  consegue inverter a situação e acaba matando seus irmãos.

Diante disso, com muito medo da punição de seu pai, o pajé da tribo, ÍARA  resolve fugir, mas seu pai consegue encontrá-la. Como castigo pela morte dos irmãos, ele resolve lançá-la ao rio. Os peixes do rio resolvem salvar a bela jovem transformando-a na sereia ÍARA . Desde então, ÍARA  habita os rios amazônicos conquistando homens e depois levando-os ao fundo do rio, os quais morrem afogados.

Acredita-se que se o homem consegue escapar dos encantos de ÍARA  mas ele fica louco, num estado de torpor e somente um pajé poderá curá-lo.

“A ÍARA  é uma sereia que faz parte do folclore brasileiro, sendo conhecida por sua grande beleza, voz encantadora e riquezas. Ela é parte mulher e parte peixe e é conhecida por seduzir homens que estão nas margens dos rios, levando-os para debaixo d’água.

Um dos principais folcloristas brasileiros afirma que, apesar de a lenda da ÍARA  apresentar características que remetem ao folclore indígena, os principais elementos dessa lenda são europeus e foram introduzidos na cultura popular brasileira pelos portugueses. A consolidação da lenda em sua forma atual ocorreu no século XIX.”

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Origem das festas juninas

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A festa junina é uma tradicional festividade popular no Brasil que acontece todo mês de junho e foi trazida para nosso país pelos portugueses durante a colonização.

Decoração típica utilizada durante as festas juninas no Brasil.

A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o mês de junho. Essa comemoração é comum em todas as regiões do Brasil, especialmente no Nordeste, e foi trazida para o Brasil por influência dos portugueses no século XVI. Inicialmente, a festa possuía uma conotação estritamente religiosa e era realizada em homenagem a santos como São João e Santo Antônio.

Os historiadores apontam que as origens da festa junina estão diretamente relacionadas a festividades pagãs realizadas na Europa na passagem da primavera para o verão, momento chamado de solstício de verão. Essas festas eram realizadas como forma de afastar os maus espíritos e qualquer praga que pudesse atingir a colheita. Para melhor entendermos isso, é preciso considerar que o solstício de verão no hemisfério norte acontece exatamente no mês de junho.

As comemorações realizadas por diferentes povos pagãos europeus começaram a ser cristianizadas a partir do momento em que o Cristianismo se consolidou como a principal religião do continente europeu. Assim, a festa originalmente pagã foi incorporada ao calendário festivo do catolicismo.

Essa foi uma prática comum da Igreja Católica. Para facilitar a conversão dos diferentes povos pagãos, fazia-se uma aculturação das festividades, adicionando-as ao calendário católico e acrescentando nelas elementos cristãos. Outra festa na qual essa prática se repetiu, por exemplo, foi a comemoração do Natal, que acontece todo mês de dezembro.

A cristianização da festa está diretamente relacionada ao estabelecimento de comemorações de importantes figuras do catolicismo, exatamente na época da passagem para o verão, entre as quais se destacam Santo Antônio (homenageado dia 13 de junho), São João (dia 24) São Pedro (dia 29). Por fim, muitos elementos típicos das comemorações pagãs ganharam novo significado.

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Acesse também: Origem da festa de São João

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A chegada da festa junina ao Brasil

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O começo da festa junina ao Brasil remonta ao século XVI. As festas juninas eram tradições bastante populares na Península Ibérica (Portugal e Espanha) e, por isso, foram trazidas para cá pelos portugueses durante a colonização, assim como muitas outras tradições. Quando introduzida no Brasil, a festa era conhecida como festa joanina, em referência a São João, mas, ao longo dos anos, teve o nome alterado para festa junina, em referência ao mês no qual ocorre, junho.

Inicialmente, a festa possuía um forte tom religioso – conotação essa que se perdeu em parte, uma vez que é vista por muitos mais como uma festividade popular do que religiosa. Além disso, a evolução da festa junina no Brasil fez com que ela se associasse a símbolos típicos das zonas rurais.

O crescimento da festividade aconteceu sobretudo no Nordeste, região que atualmente possui as maiores festas. A maior festa junina do país acontece na cidade de Campina Grande, localizada no estado da Paraíba. Em 2017, a estimativa do evento era receber aproximadamente 2,5 milhões de pessoas.

Durante as festas juninas no Brasil, são realizadas danças típicas, como as quadrilhas. Também há produção de inúmeras comidas à base de milho e amendoim, como canjica, pamonha, pé de moleque, além de bebidas como o quentão. Outra característica muito comum é a de se vestir de caipira de maneira caricata.

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Veja mais sobre “Iara” em: https://brasilescola.uol.com.br/folclore/iara.htm

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Conheça os mais bonitos cantos de pássaros brasileiros::

https://www.youtube.com/watch?v=8ytDeve-Pikhttps://www.youtube.com/watch?v=8ytDeve-Pik

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Natural da Freguesia de Geraz do Minho (Minho/Portugal)

Academia Duquecaxiense de Letras e Artes

Associado do Rotary Club Duque de Caxias – Distrito 4571

Membro da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

Membro da CPA/UNIGRANRIO

Diretor Proprietário da Distribuidora de Material Escolar Caxias Ltda

Opinião  
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