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Novo Arcos Hotel alia conforto urbano à natureza em redor

Arcos Hotel – Nature & Spa foi inaugurado no passado dia 21 de setembro e veio colmatar uma necessidade detetada em Arcos de Valdevez, dotando este concelho de um hotel urbano. O conforto, as linhas modernas e a natureza são elementos-chave da nova unidade hoteleira, que se destina sobretudo ao turismo de negócio e de lazer. Fica na Quinta do Requeijo, em Giela, na margem esquerda do rio Vez.

Trata-se de uma unidade moderna, de quatro estrelas, construída segundo as linhas arquitetónicas atualmente em voga, com tons claros e muita luminosidade. O salão Padre Himalaya, à entrada, é uma ampla área que impressiona os turistas (e visitantes) pelo uso de transparências e pela quase ausência de barreiras físicas a delimitar a receção e o restaurante, onde os produtos regionais são degustados com um “toque” do criativo chef.

Na ótica de Ferreira dos Santos, diretor do Arcos Hotel, o conceito de “espaço aberto ao público é um convite à população para entrar na unidade e despertar a curiosidade pelos serviços”, que incluem spa (com piscina interior aquecida, jacuzzi, sauna e banho turco), miniginásio, gabinetes de terapia, restaurante, bar e duas salas de reuniões.

Na projeção do hotel, que emprega atualmente vinte pessoas, a terra, a história e os arcuenses de valor não foram esquecidos. O nome do território e a sua ambiência estão gravados, por exemplo, na designação do Hotel (Arcos/nature) e os espaços interiores evocam o Foral de Valdevez (Restaurante) e o padre Himalaya (Salão). Já a decoração dos quartos plasma a diversidade natural do rio Vez e a do PNPG.

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A localização, “ancorada na natureza”, é ”o nosso ponto forte em termos de posicionamento no mercado”, diz Ferreira dos Santos. “[A localização] é um convite aos hóspedes no sentido oposto, pois temos o rio Vez a banhar os ‘pés’ do hotel, o centro histórico para descobrir e os ‘tesouros’ que, pela sua riqueza e diversificação, são autênticos encantos do território.”

“Este concelho tem uma coisa única, faz parte da Reserva Mundial da Biosfera, e este é um cartaz a potencializar e a divulgar, pois os principais players do mercado não têm conhecimento desta realidade”, vinca o diretor, que reclama uma “estratégia promocional em rede e à escala para vender melhor o território e o produto (alojamento e refeições).”

O turismo é um setor em “crescimento”, 4% ao ano na sub-região do Minho, e é ele que “puxa” pelos ramos da restauração e da hotelaria. Mas a sua expansão – segundo Ferreira dos Santos, há 22 anos a dirigir hotéis – depende do trabalho em rede e das parcerias locais, visando a complementaridade, assim como da capacidade em aliar os canais de distribuição tradicionais (agências de viagens) aos menos tradicionais (centrais de reservas online).

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No mercado da hotelaria, “é fundamental que todos desenvolvam um programa de animação turística”, casando “a oferta (alojamento, alimentação, bem-estar…) às atividades fora de portas”, em simbiose com a natureza e em respeito por uma filosofia “amiga dos recursos naturais.”

Centrado no cliente, o responsável adianta que o Arcos Hotel arranca em janeiro de 2016 com um programa dedicado a “eventos diferenciados (e não só)”. Integram-se neste objetivo o jantar temático alusivo à cozinha japonesa (23 de janeiro); o Carnaval (6 de fevereiro); o S. Valentim (de 13 para 14 de fevereiro) e a Semana Santa, esta centrada no segmento galego.

De resto, o programa de eventos, para este mês de dezembro, inclui o Natal e a passagem de ano. “A adesão tem superado largamente as expetativas: já não há quartos para o réveillon e a sala onde será festejada a passagem de ano está completa”, revela Ferreira dos Santos.

O Arcos Hotel tem 75 quartos, repartidos por três suites, cinco suites juniores e 67 quartos standard.

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