Editorial

TAP e a Lotaria dos Reis

Carlos Veiga Anjos

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carlosveigaanjos@minhodigital.pt

Esta Lotaria dos Reis é o palco da indignação geral do Zé Pagante. E com toda a razão.


Na minha longa vida de Direcção e Administração de empresas, deparei com situações em que Diretores eram chamados à Administração da empresa. Implicava normalmente alguma melhoria do ordenado e regalias. Era um género de comissão de serviço que quando acabava motivava o recuo da remuneração para o nível anterior. Sem mais e com toda a naturalidade.
Por isso, comungo da indignação geral do país.No caso concreto, desta Alexandra Reis deveria ter acontecido o mesmo.
Argumenta-se que a dita não se dava com a Presidente. Voltava para o lugar de Diretora ou ia-se embora sem mais nada. Depois poderia ir para a Nave, requisitada, mas nas mesmas condições, ou seja regresso à TAP quando cessasse funções. Não se dava com a Presidente, diz-se. Então ou aguentava ou ia-se embora sem mais nada, tratar da sua vida por outro lado.
Tudo quanto foi além disto ( e foi muitíssimo mais, ao que consta) é de lesa-pátria e de lesa-zé pagante!…
Indignemo-nos todos. E acabe-se com esta pouca vergonha, que acaba por atingir quem na vida política trabalha honestamente. Felizmente ainda há alguns.

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