Trago rosas no peito

Eugénio de Sá,

o Poeta de Sintra

Transporto em mim, oh dona dos meus dias
Toda a volúpia que ao amor concerne
Já não são mais quimeras, utopias
Nem vontade outra que este querer governe

Trago rosas no peito que à vida pertence
Que a morte não a quero sem provar
Deste amor que me habita e que me vence
Depois de haver cruzado o largo mar.

 

Que forças serão estas, que bravuras
Que inusitadamente me sustentam
De novo bem querenças e branduras?

GOSTA DESTE CONTEÚDO?

 

Sinto que em mim renascem e fermentam
Novos alvores de fé nessas alturas
Que virtude confere aos que se tentam.

 

TRAIGO ROSAS EN EL PECHO

 

Eugénio de Sá,

el Poeta de Sintra

 

Transporto en mi, oh dueña de mis días
Toda la voluptuosidad  que al amor concierne
Ya no son mas quimeras, utopías
Ni otra voluntad que este querer gobierne

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Traigo rosas en el pecho que a la vida pertenece
Que la muerte no la quiero sin probar
De este amor que me habita y que me vence
Después de haber cruzado el largo mar

 

Que fuerzas serán estas, tan bravas
Que inusitadamente me sustentan
De nuevo bien querencias y blanduras?

Siento que en mi renacen y fermentan
Nuevos albores de fe en esas alturas
Que virtud confiere a los que intentan.

 

É feliz o que morre sonhando.

Desgraçado o que morre sem sonhar.

 

Es feliz lo que muere sonãndo

Desgraciado lo que muere sin soñar.

 

(Rosalía de Castro)

 

 

 

 

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