Editorial

Um ‘flop’ chamado Miguel Alves
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Manso Preto

Que bom seria poder limpar o cérebro como se lava a cara, mas não há água nem sabão que ajude. Nem com as contratações multimilionárias de assessorias de imagem… Assim, por coisa nenhuma, toma-nos o azedume.

O que se passou em Caminha entre Miguel Alves e a PPP para a compra da Quinta dos Meiras, com o Tribunal de Contas a querer saber pormenores e o Ministério Público silencioso, é disso o exemplo em:

Queremos pensar noutra gente a gerir os destinos das nossas regiões e em vez dela vêm os pensamentos aos trambolhões, a memória acirra o que desejamos esquecer, repisa o que nos desiludiu, repete ad infinitum palavras e comportamentos que incomodaram e revoltaram.

Assuntos mesquinhos, outros mais graves, facilmente seriam ultrapassáveis com uma palavra ou outro comportamento, tomam proporções de nuvem negra. Assistimos a posturas, banais para alguns, mas que nos fazem disparar raivas pela boa fé que a tantos move. Envolve-nos que nem capote a tolice alheia, a desmesura das vaidades, a impertinência dos pequeninos orgulhos, a fanfarronice. E essa gente insiste, insiste… como se arrepiar caminho seja um pecado.

Quando derem por ela, será tarde demais. Porque esqueceram que tinham pés de barro e o poder que pensavam ser perpétuo para eles, vai com a mesma rapidez da surpresa com que apareceu…

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