O Capitão César Alves, natural de Cabeceiras de Basto, é o novo Public Affairs Officer Chief da Missão de Assistência Militar da União Europeia em Moçambique (EUMAM MOZ).

Esta é segunda experiência relacionada com a área da Comunicação, após ter desempenhado o mesmo cargo numa das mais recentes Forças Nacionais Destacadas na Roménia. A aprendizagem e adaptação são constantes na vida de um militar e o Capitão Alves destaca isso mesmo. “Apesar de já ter alguma experiência, as diferenças são significativas. Tanto por ser uma Missão de Assistência Militar da União Europeia e não uma missão de treino da NATO, como por agora estar no continente Africano e antes estava no Europeu. Estou a aprender muito e tudo se torna mais fácil quando trabalhamos com as pessoas e para as pessoas, porque a colaboração cria união, partilha de ideias e força comum para alcançar objetivos.”
PUBEmbora esteja a mais de 12 000 km de distância, não esquece as raízes e continua com uma profunda ligação a Cabeceiras de Basto, não fosse ele um orgulhoso filho da terra apesar de este ano não conseguir participar na preparação das festas locais, nomeadamente das Festas de S. Sebastião, de S. Martinho e da Nossa Senhora dos Remédios mas como refere “também aqui na missão, junto dos camaradas portugueses e das outras nacionalidades presentes, já falei de Cabeceiras de Basto e convidei as pessoas a visitar”.
Esta é a primeira missão em África, “nunca tinha estado em Moçambique. Para além da excelente experiência na EUMAM MOZ, descobri um país enorme, de uma beleza ímpar — sem falar na gastronomia, que é simplesmente sublime”.
O jovem oficial do Exército é um dos mais de 80 militares, de 11 nacionalidades, que estão atualmente em missão em Moçambique, no âmbito da Missão de Assistência Militar da União Europeia. Atualmente, a missão é comandada pelo Brigadeiro-General Luís Barroso e conta com 47 militares portugueses, da Marinha, do Exército, da Força Aérea e da GNR.
A EUMAM MOZ é uma missão não executiva com mandato até junho de 2026 e centra-se no ciclo de formação operacional e na manutenção, realizando também formação especializada para permitir que as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) sejam autossuficientes na luta contra a insurgência.
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