Eleitos pelo CHEGA da União de Freguesias da Cidade e Meadela, classificam “aliança anti-natura” entre PSD e CDU na União de Freguesias de Viana do Castelo e Meadela.
Na última reunião da Assembleia da União de Freguesias de Viana do Castelo e Meadela foi aprovada, por maioria, a nova lista apresentada pela Presidente da União de Freguesias, com 11 votos a favor, dois contra e cinco votos em branco.
O novo executivo integra quatro elementos da CDU e três do PSD, uma solução que, para o CHEGA, representa uma aliança “sem coerência política nem legitimidade moral”.
Os representantes do CHEGA, Joaquim Matos e Salvador Pereira, «lamentam profundamente» este desfecho, que consideram resultar de uma manobra política previamente combinada e que, mais uma vez, comprova como «a esquerda e a direita tradicionais se unem quando o poder está em causa, esquecendo os valores, a coerência e, sobretudo, os cidadãos».
Segundo Joaquim Matos, «o que aconteceu nesta votação é um claro exemplo da promiscuidade política que o CHEGA tem denunciado desde o primeiro dia. Vimos o PSD e a CDU, forças ideologicamente opostas, unirem-se numa coligação contra-natura, enquanto o PS se abstém, fechando os olhos a um acordo que só serve interesses partidários».
PUB«Repudiamos também a atitude da Presidente da Assembleia, que negou o nosso pedido de intervenção, impedindo-nos de exercer o nosso direito de palavra. Tentei intervir para expressar a nossa posição, mas o pedido foi-me cortado. É lamentável e antidemocrático. A falta de respeito pela oposição mostra bem o ambiente e o medo do contraditório que se instalou nesta Junta», afirmou o eleito do CHEGA.
Para o partido, esta aliança entre CDU e PSD, com a intervenção silenciosa do PS, é uma «geringonça local», segundo comunicado «criada apenas para manter lugares e equilibrar interesses pessoais, sem qualquer visão de futuro. Esta união anti-natura demonstra que, para os velhos partidos, o poder vale mais do que os princípios, e que as promessas de mudança não passam de palavras vazias», sublinha o CHEGA.
«O CHEGA está e estará na verdadeira oposição, uma oposição coerente, transparente e de valores. Esta coligação entre extremos é uma afronta à democracia local. Se a CDU e o PSD se unem pelo poder, o CHEGA unirá os cidadãos pela verdade», concluiu Joaquim Matos.














2 comentários
Não falo de partidos,” porque se estão partidos! Antes estavam direitos”! Os senhores que vêm a terreiro tecer as mais duras criticas sobre “este acordo” na mina opinião são pessoas que só pensam na política.
Ora o que está em causa nesta “União de Freguesias” é o trabalho que é imperioso realizar para que a cidade saia da “cepa torta” que tem estado mergulhada!
Vejam só as festas D´agonia, são só no local dos “ricos”! A iluminação do Natal idem aspas!
Os arranjos urbanísticos sempre nos mesmos locais! E a ribeira fica a ver “os comboios” a passar!
A estada que liga à cidade desde Ponte de Lima passando por S.rª Marta é só buracos, e com “um piso” sem marcação fidedigna para os transeuntes e motoristas!
Os “passeios” para as trotinetes e peões! Estão na Lua!
A paragem dos autocarros no hospital “está” onde também na Lua!
“O mar” junto à ponte Eiffel, sempre que cai “uma chuvada maior! Porque agora? Quando “antes” nada disso sucedia! Serão as novas arquiteturas!
E eu, do que conheço da senhora presidente, parece que a “estou” a ver administrar com rigor o bem estar das freguesias pela qual foi eleita !
Força senhora Presidente, o Chega para lá, diz o que sabe, e com provas dadas “sabe Zero”
E no executivo municipal, acompanha o mesmo.
E o PSD que sempre se tem pautado, por gente responsável fez um acordo.
Só demostra que quer o progresso da cidade .
Se unirem as peças dará Portugal.
Puzzle.
PSD e CDU esperam pelas restantes peças.
Surja o puzzle português.
Vianense…