Seguramente… Liberdade e sem amarras!

Até compreendo a azia com que uns tantos se foram deitar na noite do passado domingo.

Uns, porque não viram as suas mentiras ardilosas fazerem convencimento. Sim, mentiras, boatos, ‘precessões’ e outras falsidades que tais. Outros, porque a ‘santa ignorância’ os deixou estupefactos com a normal lucidez da maioria dos que ajudam o ‘sistema’ a que ninguém fique para trás’, incluindo o manancial dos que recebem um mínimo de meios todos os meses, mas têm ‘direito’ à sua inveja e indignação, convenhamos. Outros ainda, esses ‘perigosos’, os que por ódio e inveja, não suportam a verdade da realidade e da história comprovada, daquela que honra os que serviram a Pátria, sem nada pedirem em troca, mas a ‘Estória’ que agora reescrevem, dos aspiram, sempre de forma não declarada, isto é, com jogos de sombras, posicionando-se como os ‘indicados’ para o desempenho de lugares ou funções, onde possam ter o que não conseguem, relevância, ou amenizar as suas frustrações. Aliás, é só estar atento aos ‘tachos’ que abocanham onde conseguem fazer-se eleger.

E por último, os marqueses, condes e herdeiros, financiadores dos que se proclamam fazer uma ‘limpeza’, mas não desses que vivem à custa das rendas e dos subsídios do ‘tal Estado’, que dizem quer combater. A noite do passado domingo. foi uma boa noite de negócios para as farmácias e bares, e outros locais que tais, onde esses afogados mergulharam em líquidos profundos, e dos quais não rezam as notícias dos sempre oportunos ‘jornais e televisões’ para não ofenderem os patrões ou os seus amigos. Ah, e já não bastando a ressaca da derrota, ouviram o ‘Chefe’, elevado à categoria de ‘anjo salvador’, ou até redentor, a fazer um discurso à PCP, com aldrabices tais que naturalmente terminaram auto proclamando-se vencedor. Isto duas horas depois de estar em meditação com os seus ‘conselheiros’, faz pensar que alguém se esqueceu de dizer a Ventura o ‘comentário’ agora era sobre eleições Livres, e os números não podem ser martelados a gosto. E que não é por repisar a mentira ela passa verdade Ainda não chegamos à América.

A vitória de António José Seguro teve e tem mais sabor, porque foi uma vitória contra ventos e marés, e que nem a água e lama, física e verbal, impediram os eleitores de dizerem o que queriam, mas também o que não querem. O passado domingo, dia 8 de Fevereiro de 2026, para que conste, fica como marco.

Seguro foi eleito pelos Portugueses, Presidente da República. Eleito com o maior número de votos em eleições democráticas. Ganhou em todo Portugal, e também na diáspora. Ganhou Portugal, ou como logo ao tomar conhecimento declarou, ganharam os Portugueses. Ganhou a Democracia. Acabaram por ganhar Todos, até os que não gostam de ganhar nas urnas. Sabem que agora vão ter um Presidente que não os deixar pisar.

Resultado em números históricos, cuja leitura, mais fina, traduz o voto de eleitores de diferentes matizes partidários, sociais e ideológicos. Gente que sabe o que quer, mas sobretudo o que não quer. Gente que tem amor à Liberdade, Sim? À Liberdade de poder escolher, discutir, participar e viver. Mas essa leitura fica para os muitos ‘chefes locais’, que através dela encontraram motivos para justificar ‘pecados’ passados em sobrevivências futuras, e naturalmente os comentadores de ‘serviço’, que falam de mudança, desde que isso não exija muito a mudança deles.

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Manso Preto

No próximo dia 9 de Março teremos como Presidente da República António José Seguro, e deixaremos em paz, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa, a quem os Portugueses devem um respeitoso Obrigado, pelos afetos e pela resiliência, em tempos que seria mais conveniente a um Presidente não se expor tanto. Dez anos de factos políticos em catadupa, é obra.

António José Seguro pintou o mapa eleitoral nacional com a cor da rosa, sem apelo nem agravo, nem insultos ou trejeitos de macaqueadas Trumpisses. Emocionado no discurso de vitória? Sim! Quem não se emociona no fim de uma corrida política, onde partiu sozinho, com baixas expectativas da ‘bolha’ mediática da ‘família’ política, dos interesses da Linha do Estoril e de Lisboa, das sanguessugas do erário público? Sem nunca renegar de onde vinha, também nunca tergiversar sobre para onde quer ir, como quer ir, com quem ir. O respeito pela Constituição, pela Lei, pelo Regime, com e em diálogo com Todos. Atento, mas não venerador, ofereceu e mereceu a confiança da maioria até conseguida de votos em urna no pós-25 de Abril. Disse e reafirmou ao que vinha e ao que vai, sem necessitar de insultar, inventar ou menosprezar qualquer outro adversário, esconder o que quer que fosse. A Democracia, Liberdade, Diálogo, o respeito pela Lei e na separação dos Poderes, foram e são faróis de esperança futura, num país que uns tantos invocam como seu, só porque cá nasceram, e que lhes permite até tudo fazerem para o abandalhar, invocando com o direito a diferença e o viver em Liberdade. Felizmente ainda vivemos em Liberdade. O que não podemos, nem devemos consentir, é viver em libertinagem. E isso, é que uns tantos em nome dos seus direitos, até o de nada fazerem, a tudo ou por todos os modos e feitios nos querem oferecer.

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1 comentário

  1. Belo texto que traduz a realidade!
    Este frágil país precisa bem de caminhar “Seguramente”, e não com promessas de quem tudo mudará, e no fim ficaria cada vez pior!

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