Um localmente conhecido grupo de marginais tem actuado com total impunidade na outrora pacata freguesia de São Martinho da Gandra, no concelho de Ponte de Lima.

Segundo populares, este autêntico gangue age de forma aparentemente premeditada e sempre em grupo, como se de uma associação criminosa se tratasse, agredindo e injuriando sem qualquer justificação, senão o prazer de agressão gratuita. Nunca ali se tinha algo semelhante.
Já com a alcunha de ‘Os Metralhas’, estes indivíduos são apontados como sendo coordenado por um tal Roberto, ali residente, e que é conotado com a família dos Lúcios de uma freguesia vizinha. Os restantes elementos são um irmão do líder, um filho e outro familiar, ao que se diz primo.
PUBHá várias queixas junto da GNR e o último incidente deu-se no domingo passado, em recinto desportivo. Antes, em Santa Cruz, outras agressões provocaram dois internamentos hospitalares.
«No fim desse jogo, quando me encontrava no Largo do Terreiro, perto do coreto, surge um grupo de 4 indivíduos, dos quais só consegui identificar um, o chefe do grupo, que provêm de um café na proximidade e foram em direção a um outro, exibindo gestos obscenos e desafiando todos os presentes para a porrada. O líder dirige-se a um jovem atleta de formação do GRECUDEGA e disse-lhe que queria dar uns sopapos no pai, causando transtornos ao jovem de tenra idade. O pai surge do interior da sede da Junta de Freguesia foi agredido sem qualquer motivo, tendo caído ao chão e posteriormente pontapeado por todos os presentes. Repetiram a cena e, não fosse a intervenção de alguém mais corpulento. o desfecho poderia ter sido mais grave, com o agredido ter apresentado queixa na GNR» – confiou-nos um comerciante que, por recear pela sua segurança, nos solicitou o anonimato. «Parece que estão drogados! Há pessoas que já se coíbem de frequentar o Largo do Terreiro», considerado a sala de visitas da antes pacata e hospitaleira freguesia.
Estes delinquentes, soube o MD junto de fontes policiais, estão conotados com um conhecido capo do narcotráfico a nível internacional, com inúmeras prisões no seu ‘palmararés’, e que reside, quando em liberdade, nas proximidades.













