Homenagem a Francisco Balsemão

O Dr Francisco Pinto Balsemão, morreu ontem, dia 21 de Outubro de 2025 aos 88 anos de idade.

Um Homem, um político, um jornalista e um democrata, com elegância no tracto.

É esta imagem, esta postura a nível social e político, que sempre vamos poder recordar.

Percebi e constatei que era também um inovador, que nunca ficou parado no tempo, e muito menos acomodado.

O Dr Francisco Balsemão teve uma vida privilegiada, a nível social, cultural e monetário.

Poderia ter-se dedicado a qualquer área em Portugal ou no estrangeiro.

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No entanto atrevo-me a  dizer, que este Senhor, decidiu servir o seu país, através de duas das formas mais difíceis.

O jornalismo e a política. Sem dúvida duas das mais difíceis formas de exercer funções públicas, pelo escrutínio constante, críticas, opiniões e oposições.

Pelo que se sabe, se leu e lê nos jornais, de que é dono, sempre respeitou a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão. Todos os cidadãos nacionais tiveram e têm direito à sua opinião, desde que bem fundamentada. Os seus meios de comunicação, cumpriram essa tarefa.

A forma como as mensagens importantes são transmitidas, pelos órgãos de comunicação do grupo Empresa, são credíveis e justificadas.

Assim como a discussão e avaliação de determinados conteúdos, continua a ser um excelente exemplo a nível nacional.

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Acreditava no diálogo honesto, assim como nos seus concidadãos, independentemente das respectivas opções religiosas e político partidárias.

Com o desaparecimento precoce do Dr. Sá Carneiro e do Dr Adelino Amaro da Costa,  Portugal sofreu uma grande mudança, pode-se até dizer determinante. E para o

Dr. Francisco Pinto Balsemão, foi sem dúvida, uma das fases mais difíceis da sua vida. Quando teve de exercer as funções de  primeiro ministro.

Deixa um extraordinário legado!

De trabalho, inovação, empenho e sonho.

Para nós, público leitor, televisivo etc. só nos podemos referir, à grandiosidade da  obra feita, do exemplo deixado e acreditar  nos testemunhos, de quem privou com ele no dia a dia.

Espero que Portugal não tenha memória curta.

As nossas condolências a toda a família.

 

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