Acredito sinceramente nas mulheres, e nos homens jovens, do nosso país.
As mulheres de todas as idades podem sempre decidir, o resultado final das eleições legislativas, porque estão em maioria no nosso país.
As mulheres jovens têm de fazer exigências pessoais, sociais e profissionais, pensando num apoio real e verdadeiro à maternidade.
E convenhamos, quando as mulheres se juntam e conversam seriamente sobre os respectivos problemas, anseios e expectativas, elas, nós sabemos decidir e exigir.
Nós podemos influenciar de forma positiva as decisões, em alguns momentos determinantes, da vida de um casal. Estou a pensar na hipótese da maternidade, para um casal jovem. Obviamente os companheiros precisam de estar presentes, e comprometidos com todo o processo da maternidade.
Se a mulher pode e opta, por amamentar o filho do casal, ela tem de ter esse direito, sentir-se apoiada pelo marido/ companheiro, pelos familiares, pela lei ajustada às suas reais necessidades.
Não vale a pena, tentar acalmar as jovens mães, sem lhes apresentarem soluções reais e concretas.
Para o casal este é o momento mais importante das suas vidas.
E se os jovens não são devidamente apoiados, eles temem arriscar perder os seus empregos.
Não é justo!
Não é humano!
PUBTer de escolher entre amamentar e cuidar o seu filho, ou perder o emprego, e não ter dinheiro para se sustentar?
Você seria capaz de escolher?
As tomadas de decisão efectivas vêm-se nos actos, não nas palavras.
De que interessa ter uma lei óptima, se ela é aplicada aleatoriamente, sem compromisso pelos direitos dos recém nascidos.
Então vejamos, a mulher engravida e está sujeita a ser preterida, a nível profissional.
Esperava ter um parto normal, mas acaba por dar à luz numa ambulância ao KM 18.
Quer amamentar o seu filho, mas a entidade patronal envia-a para casa, com uma verba qualquer e sem assumir o seu regresso, à actividade laboral. Já vimos esta cena algures.
Mas a actual lei prevê um tempo determinado para o pai, poder estar presente e de licença parental.
Pois é, mas eu não vejo todos os homens, a usufruirem destas circunstâncias. Porque será?
Além disso, os jovens casais que habitam próximos da família, são uns verdadeiros afortunados.
Lamento é que muitos deles, tenham tido a necessidade de emigrar.
Se o nosso país precisa de ter mais crianças portuguesas, filhas de jovens portugueses.
Porque razão é que nós temos, cada vez mais jovens e crianças de outras nacionalidades, nas nossas escolas.
Sim é verdade!
Por vezes existem dez, vinte ou trinta nacionalidades diferentes numa escola.
O português não é, a única língua falada. Ou seja de repente, estamos a falar inglês, para uniformizar a turma e todos os alunos nos entenderem.
Vocês acham que isto é justo?
Se estamos em Portugal, devemos exigir um exame de equivalência à nossa língua. Porque é assim que fazem com os nossos jovens que emigram.
Então vou pedir às futuras e actuais mães jovens, e aos futuros e actuais pais jovens, que elaborem duas listas de critérios, sobre o direito a ter filhos de portugueses em Portugal.
Depois enviem ao vosso político preferido, e digam-lhe que pode contar com o vosso voto e o de mais dez mil nas mesmas circunstâncias.
Leve esse político a assumir o compromisso, de cumprir este acordo.
Quem sabe, não surge um político com vontade de recuperar Portugal, ter netos portugueses e em Portugal.
Eu votava nesse!
E você?





