O Clube Rugby Arcos de Valdevez averbou a primeira derrota da época contra o R.C. Tondela, por uns significativos 10-31.
A jogar em casa contra a equipa da Beira Alta, o C.R. Arcos de Valdevez não teve argumentos para se impor e vencer.
No entanto, começou da melhor forma. Fazendo circular a bola de uma ponta à outra do terreno, os arcuenses baralharam a defesa adversária e conseguiram um ensaio de belo efeito. No entanto, o R.C. Tondela mostrou que veio para ganhar o jogo. No seguimento de um alinhamento, em perfuração, passou 5 minutos depois para a frente do marcador, posição que nunca mais largou.
Depois , o C.R. Arcos de Valdevez assumiu a despesa do encontro. Procurou construir o seu jogo em fases, mas encontrou uma defesa muito bem organizada, com jogadores de significativo porte atlético a realizar placagens duras. Procurou também jogar ao pé mas a defesa adversária também se mostrou ainda mais organizada, aproveitando os pontapés dos minhotos para lançar contra-ataques. No entanto, o jogo continuava equilibrado, até que ao minuto 25, o C.R. Arcos de Valdevez se vê reduzido a 14 unidades por força de um cartão amarelo, que dá expulsão temporária por 10 minutos. Foi nessa altura que o R.C Tondela aproveitou a vantagem numérica e deixar os minhotos para trás no marcador, com dois ensaios seguidos (5-19). Perto do intervalo, restabelecida a igualdade no número de jogadores, o C.R. Arcos de Valdevez “encostou às cordas” os beirões, mas sem efeitos práticos, que fez o 5-19 manter-se no intervalo.
Na segunda parte, a toada manteve-se, o C.R. Arcos de Valdevez a ter domínio territorial e de posse de bola, mas com dificuldade em progredir por força da defesa bem organizada do adversário, que se mostrava muito mais perigoso nas manobras atacantes. Assim, o R.C. Tondela, num ataque rápido, conseguiu um ensaio nos primeiros dez minutos, que deixou a vitória quase garantida e pôs a equipa em situação de ponto de bónus (uma diferença de mais três ensaios em relação ao adversário).
E o jogo continuou como sempre. Minhotos com posse de bola e domínio territorial, mas sem efeitos visíveis perante a bem organizada defesa dos beirões. A dez minutos do final, aproveitando algum cansaço adversário conseguiu um ensaio para reduzir a diferença (10-24), mas poucos minutos depois os beirões marcavam o seu quinto ensaio e coroavam a sua boa exibição com o ponto de bónus ofensivo, ficando a vitória do lado da equipa mais realista e mais pragmática.
A próxima jornada será apenas a 8 de março, onde o C.R. Arcos de Valdevez irá receber o CDUP.













1 comentário
Sinto o CRAV, de ambos os sexos.
Títulos nacionais.
Alto Minho.
Estive a ver rugby, no campo arcuense, ao vivo.
Só o facto de existir o CRAV, é, para mim, orgulho.
Desde que soube do CRAV, na 1a. nacional, com CDUP, CDUL, Regentes Agrícolas e outros, nunca mais esqueci o CRAV. Sucesso feminino, contra glória da capital, encheu-me de alegria, como cerveirense.
Perder, para mim, é existir o CRAV, é melhor resultado, positivo, claro.
Sou um adepto do CRAV.
Troquei e-mail com o “Notícias dos Arcos”. Conheci o jornal, impresso. Soube do estúdio da Rádio local. Estive nos Arcos de Valdevez, mais uma vez.