Rejeitada a Moção de Confiança apresentada pelo Governo, ouvidos os Partidos e o Conselho de Estado pelo Presidente da República, teremos novas eleições para a Assembleia da República a 18 de maio!
Marcadas eleições «é inútil estar a perder tempo para saber quem é o responsável pela sua antecipação e inevitável instabilidade. Antes olharmos para as respostas aos nossos problemas concretos» – acusa a Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas.
Durante a sua vigência, este governo, agora em gestão corrente, fez «tábua rasa» das preocupações das MPME, «ignorou as 10 propostas apresentadas pela CPPME para o Orçamento do Estado e as 40 medidas» que apresentou no documento “PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL NACIONAL, PROPOSTAS PARA UMA ECONOMIA SUSTENTÁVEL E DINÂMICA”.
A convocação de eleições constitui nova oportunidade para que os Partidos «tenham em conta» as necessidades e propostas da CPPME, que «se mantêm absolutamente válidas, e para que as integrem nos seus programas eleitorais, no futuro programa do governo e nas medidas executivas que lhe darão corpo!»
«Falar em estabilidade política sem ter em conta os MPME, será continuar a favorecer as grandes empresas e multinacionais e a não ter em consideração as centenas de milhar de micro e pequenas empresas portuguesas que são fator de crescimento económico».
E concluem: «Da nossa parte, continuaremos a intervir junto da Presidência da República, da Assembleia da República, seja qual for a composição que resultar das eleições, e do Governo que desta resulte, para que resolva os problemas que estão identificados e promova o desenvolvimento da economia nacional».












