Dia de Portugal

O que dizer de alguém que, numa festa de aniversário, salienta os “defeitos” do aniversariante (aconteceu no Dia de Portugal com extensa condenação da escravatura)?

Esta atitude sobre um povo depressivo em processo de suicídio é maléfica.

Ouvi o discurso de Lídia Jorge. O que ela disse sobre a escravatura mostra que desconhece o contexto histórico e a actualidade. Alimentou o processo da já muito avançada auto-destruição da nossa civilização cristã!

Para conhecermos algo mais sobre o assunto, optei por transmitir alguns pensamentos a partir de “O Complexo Ocidental” (Pequeno tratado de desculpabilização) escrito por Alexandre Del Valle. Para conhecer o contexto, pensarmos o futuro e não permitirmos a tragédia que nos querem impor.

Os ocidentais são os únicos a terem vergonha de si mesmos e a não assumir a sua história. A sua confessada culpa é o adubo mais fértil do ódio antiocidental professado pelos que pretendem invadir-nos e subjugar-nos.

O “valorizado” Diálogo das Civilizações valoriza a civilização islâmica e os países do terceiro mundo, enquanto retrata negativamente a civilização ocidental. Atribui o mal, o “choque de civilizações” ao colonialismo europeu, à “agressividade americana” e à “arrogância ocidental”, não aos terroristas islâmicos.

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Manso Preto

A culpabilização colectiva é a arma preferida dos movimentos ideológicos radicalmente anti-ocidentais, terceiro-mundistas, … islamitas…, contra o Homem branco, tido como culpado enquanto descendente de cruzados ou colonizadores.

Segundo a ONU, todos os anos dois milhões de pessoas são escravizadas em África, nos países muçulmanos e na Ásia.

O esclavagismo muçulmano (permitido pelo alcorão e pela charia) visou durante mais de mil anos escravos Eslavos, Balcânicos, Gregos, Indianos, Ingleses, Germanos, Portugueses, Espanhóis, etc.

O harém do califa Abderramão III (Córdoba 912 a 961) possuía 6300 mulheres cativas, eunucos e domésticos; o do Cairo mais de 12 mil!

O tráfico de escravos eslavos da Europa Oriental durou mais de mil anos (cerca de 5 milhões de escravos)!

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No século XIX o sultão de Marrocos tinha um exército de 25 mil escravos.

Até ao fim do século XIX, os “infiéis” cristãos corriam o risco permanente de rapto, escravatura e morte.

Entre os séculos XVI e XVII, foram transportados mais escravos para Sul pelo Mediterrâneo (cristãos brancos) do que para Oeste pelo Atlântico.

Por vezes três quartos dos escravos conduzidos através do deserto (em piores condições do que aquelas dos barcos negreiros) morriam pelo caminho. Os menos dotados eram utilizados nos moinhos, furavam-lhes os olhos, eram amarrados três a três a uma mó que tinham de empurrar até morrerem de cansaço.

Na Andaluzia islâmica a castração dos escravos era praticada de forma industrial, em verdadeiros armazéns de abate.

Isto tudo segundo o autor citado.

 

E ainda

Segundo Douglas Murray (jornalista de investigação) na sua obra “A Estranha Morte da Europa”, os cristãos que embarcam na Líbia, para se refugiarem na Europa, são atirados ao mar (quando descobertos) pelos comandantes muçulmanos – apenas por serem cristãos!

É vulgar em quase todo o planeta os muçulmanos violarem, escravizarem, matarem, destruírem (quantas mortes, violações, destruições de igrejas e sinagogas na Europa que os acolhe e esconde os seus crimes?), porque os seus chefes religiosos assim os ensinam (financiados principalmente pela “amiga” Arábia Saudita, acrescento eu)!

Perante isto eu pergunto: a que futuro os globalistas nos querem submeter?

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