A Direção Nacional do SISTERP na sua sede distrital de Viana do Castelo, com o objetivo de proceder à avaliação dos resultados dos primeiros 60 dias do novo mandato.
Dessa avaliação resultaram reajustamentos na estrutura, bem como o diagnóstico de alguns pontos fracos, pontos fortes e oportunidades. Os dirigentes puderam ainda analisar em profundidade os reais problemas enfrentados pelos trabalhadores nos seus locais de trabalho.
O SISTERP dedicou especial atenção a diversas questões prementes, entre as quais se destacam:
- O pessoal não docente ao serviço dos estabelecimentos de ensino, mas pertencente aos municípios;
- O pessoal das carreiras gerais da Saúde, com enfoque para os trabalhadores da carreira de Técnico Auxiliar de Saúde (TAS);
- A complexidade da definição dos serviços mínimos nos dias de greve, face às omissões das administrações hospitalares;
- A insatisfação dos trabalhadores da AdAM;
- As adversidades enfrentadas pelos trabalhadores das IPSS, um verdadeiro “mundo cinzento”.
Foram ainda debatidos e aprovados:
- A alteração e aprovação de uma proposta de modificação dos Estatutos do SISTERP;
- A convocação do Congresso com ponto único: alteração dos Estatutos;
- A apreciação da reunião agendada para o próximo dia 4 de abril, em Lisboa, com a DGERT, para mediar a conciliação entre o SISTERP e o Grupo Águas de Portugal, visando a integração do Sindicato nas negociação coletiva.
No que concerne à luta dos trabalhadores da AdAM, o SISTERP aprovou um conjunto de ações de protesto para expressar o descontentamento e a revolta dos trabalhadores, incluindo:
- O envio de uma missiva aos sete municípios que integram a empresa;
- A emissão de pré-avisos de greve ao trabalho suplementar por tempo indeterminado;
- A realização de greves setoriais direcionadas aos Centros Operacionais de Proximidade, culminando com uma concentração à porta de um dos municípios;
- A convocação de uma greve geral na AdAM e/ou AdP.
O SISTERP reafirma o seu compromisso com os trabalhadores e a sua determinação em marcar a diferença no sindicalismo português.









