“Incríveis Pessoas Comuns – Volume II” dá voz a novas histórias de vida do Norte de Portugal

Depois do sucesso do primeiro livro, lançado em janeiro, com 14 histórias de vida de pessoas mais velhas do distrito de Viana do Castelo, Vasco Araújo e o Centro Paroquial e Social de Lanheses apresentam o segundo volume de um projeto que está a emocionar o país: “Incríveis Pessoas Comuns – Volume II” conta 31 novas histórias de vida alargadas a vários pontos do Norte de Portugal.

A apresentação decorre dia 22 de novembro, às 14h00, no Auditório do Centro Paulo VI, em Darque, com entrada livre.

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Estas 31 novas bioconversas reforçam o interesse crescente que o projeto tem vindo a gerar junto das IPSS e do público em geral, pela forma como valoriza a escuta ativa, a memória e a dignidade das pessoas mais velhas. As histórias refletem vidas de pessoas de vários lugares do Norte de Portugal, revelando a diversidade cultural, humana e comunitária da região.

Enquadradas numa iniciativa sem fins lucrativos, com impacto educativo, social e cultural, que visa promover a inclusão, a valorização da longevidade e o diálogo entre gerações, as bioconversas foram conduzidas por quase quatro dezenas de participantes, entre os quais mais de vinte crianças entre os 7 e os 14 anos, que assumem o papel de coautores. O resultado é um livro profundamente humano, onde a escuta ativa e o olhar atento dos mais novos dão nova vida às memórias dos mais velhos.

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Manso Preto

O livro conta com textos introdutórios de sete personalidades de reconhecido mérito, cuja presença reforça o valor institucional, académico, cultural e espiritual do projeto — a nível local, nacional e internacional. Entre os prefaciadores estão D. João Lavrador, Bispo da Diocese de Viana do Castelo; Pe. Daniel Rodrigues, Presidente do Centro Paroquial e Social de Lanheses; Dr.ª Filomena Araújo, Presidente da UDIPSS de Viana do Castelo; Augusto Canário, artista popular e embaixador da cultura minhota; Prof.ª Dr.ª Susana Pedras, professora e investigadora na Universidade Lusíada, especialista em psicologia e investigadora na área da saúde dos idosos; Prof. Dr. Marcelino Lopes, professor jubilado da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; e Prof. Dr. Victor Ventosa, professor jubilado da Universidade Pontifícia de Salamanca e fundador da Red Iberoamericana de Animación Sociocultural (RIA).

Segundo Vasco Araújo, Diretor Executivo do Centro Paroquial e Social de Lanheses, “este livro é o elo que une o primeiro volume, publicado em janeiro, ao terceiro que será lançado no próximo ano. Representa a continuação de um justo tributo à dignidade, à memória e à força das pessoas mais velhas. São 31 histórias de vida que nos inspiram a percecionar o futuro com esperança — especialmente às mais de vinte crianças que também participaram nesta edição — e a acreditar na construção de uma sociedade mais justa, solidária e profundamente humana”.

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“Incríveis Pessoas Comuns – Volume II” estará disponível em formato físico, podendo ser adquirido no local do evento, presencialmente através do Centro Paroquial e Social de Lanheses ou através do website oficial do projeto: www.incriveispessoascomuns.pt

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6 comentários

  1. No Norte, Coutinho, Natário, Cunha, “Nejo”, Vilarinho, João, Queiroz, Puga, Alípio, Benjamim, e tantos outros.
    Quem sabe de outros nomes, responda-me.

  2. E os heróicos moradores do prédio Coutinho.
    Cada um ou uma a sua história de vida coutinhada.
    Anos e anos…
    Nomes, o Manso Preto sabe, de dois, e…
    Cabem no livro lll.

  3. Carlos Gonçalves “Nejo” foi caseiro, de terras, dos meus avós paternos, em Candemil de Vila Nova de Cerveira.
    Tocava concertina e cantava ao desafio.
    Fez parte do trio da Casa da
    Anta, em Lanhelas. Teve 9 filhos.

  4. Como achega a Carlos Gonçalves “Nejo” quero referir que, em homenagem a ele, realuzaram-se, anualmente, no recinto da Igreja. Paroquial de Candemil, festivais de concertinas.
    Não sei se ainda se realizam os ditos festivais.
    Tenho uma cassete de música, com gravação ao vivo, na sala da casa dos meus avós.

  5. Gente da minha juventude em Cerveira um tal “Zé do barraco”, figura popular e alegre.
    Peço uma achega ao. colega de colunas nun quinzenário e aqui colunista, José Venade, sobre esta figura.
    Gente (quem teve BI ou tem CC) do Norte e do País, autor?
    Concorda, autor do livro?

  6. Se o Manso Preto ler o caso do candemilense “Francês”, Sr. Costa, no ” Cerveira Nova”, encontra alguém invulgar. Motorista de rei, nunca teve qualquer acidente como condutor.

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