A cultura está no «topo das prioridades» da candidatura de Tiago Cunha à presidência da Câmara de Paredes de Coura.
A par dos três eixos que considera principais para enfrentar os «tempos desafiantes que vivemos, com respostas sérias, concretas e ousadas para garantir que Coura seja a casa, o emprego digno para quem quer ficar, o turismo sustentável para quem nos quiser visitar», o candidato socialista também aposta numa forma «diversificada na cultura».
«A cultura é a alma de Coura. E sem alma nenhuma casa é completa. Envolver os jovens e o associativismo no desenho da agenda de Coura é a base para uma programação cultural em que todos se sentem incluídos porque todos participam», sustenta o líder da candidatura socialista à presidência da Câmara de Paredes de Coura, argumentando que «o associativismo é o tecido vivo que fortalece a comunidade. Valorizar as associações culturais, recreativas, sociais e desportivas é garantir que a casa funciona com base na entreajuda, no dinamismo local e no espírito colectivo. Numa casa bem cuidada, todos contribuem e todos contam».

Habitação, economia e trabalho, e turismo sustentável
Recorde-se que Tiago Cunha também já havia apontado três importantes bandeiras no âmbito da candidatura Coura Nossa Casa, começando pela habitação e sugerindo a importância de construir e reabilitar. «Vamos apostar num plano municipal ambicioso de habitação acessível, com parcerias com o Estado, mas também envolvendo o sector privado e as cooperativas de habitação», defendendo que «não quer aldeias vazias». «Vamos garantir que cada família, cada jovem, cada idoso, possa ter acesso a uma casa condigna. Porque um concelho só é verdadeiramente justo quando todos têm um tecto sobre a cabeça», sublinha.
Já quanto ao emprego e trabalho como motor da economia e bem-estar da população, Tiago Cunha projecta como prioritária a construção da nova Zona Industrial de Linhares e Ferreira, para desta forma se «reforçar a captação de investimento. Atrair novas empresas para as Zonas Industriais e diversificar os sectores de actividade», da mesma forma que ao nível do turismo sugere a importância de «converter a sazonalidade em oferta e visitação constante, com os trilhos por descobrir, a gastronomia autêntica, a natureza pura, o património e tradição». Realça, por isso, a importância de «dar vida às aldeias com projectos de turismo sustentável. Vamos apoiar o alojamento local, modernizar a nossa oferta e diversificar os eventos durante todo o ano — porque Coura tem tudo para ser visitada em janeiro ou agosto».













