“O governo caiu por não dar explicações, a um indivíduo, que por sua vez se demitiu, por não dar explicações sobre a indemnização da Tap e são convocadas eleições por um outro indivíduo, que não deu explicações no caso das gémeas.”
Ver e ouvir para crer!
Eu Não vou deixar esquecer!
Você não deve, não pode esquecer, tudo que viu , ouviu e ninguém explicou.
Pena é, que esta bomba tenha estourado agora. Nos pratos de uma balança social e política, qual será o escândalo mais pesado?
O Ps revelou-se um extraordinário estratega, um manipulador exímio, merece palmas pelo desempenho.
Pelos vistos o PSD demonstrou, a sua incapacidade para lidar com os “lisboetas”, menos rurais, mais tertulianos que os “filósofos gregos” nacionais, mas mais perigosos, nos jogos de bastidores com a comunicação social.
A Comunicação Social sediada em Lisboa, faz sempre uma campanha de oportunidade, para os que têm e revelam melhor desempenho perante as câmaras. É quase uma performance Hollywoodesca de baixo nível, e de inqualificável mau gosto.
Não podemos revelar disponibilidade, para estes jogos de bastidores. Já chega de disparates e de discussões indizíveis, de desempenho duvidoso e ultrajante. Estamos todos cansados dos respeitáveis, excelentíssimos e digníssimos, senhores deputados parlamentares.
Sejamos dignos e sérios, meus senhores!
Tornemo-nos respeitáveis!
Até as crianças se riem, de alguns discursos e disparates. Vossas Excelências, não souberam dar-se ao respeito. Vossas Excelências, não são confiáveis neste momento. Principalmente quando se definem por esquemas, conluios e amizades pouco recomendáveis.
Haja paciência, verba suficiente para desperdiçar, nas duas eleições que se adivinham e muita educação por parte de todos os implicados. São cerca de 50 milhões, que nós vamos pagar, para o estado poder dispender!
Cheeeeeega de disparates e erros de polichinelo! Estas políticas e políticos de desgaste rápido, são terrivelmente cansativos e até enfadonhos.
Queremos políticos pobres, que desfalcam o estado e pagam somas avultadas com o dinheiro de todos Nós? Que continuam passeando pela urbe, em carros descapotáveis e vestidos com as cores da “saison”?
Queremos políticos que têm vida social e económica, fora da política, que por acaso até têm bens de família? Que não dependem da política para viver, sustentar e colocar os filhos?
Queremos políticos cuja inteligência, “savoir faire”, vénia correcta e apertos de mão francos e exagerados, contribuem para uma vida social e cultural intensa do próprio? Tratando o povo português como um povo nobre, mas de cultura duvidosa, pois não descobre no seu olhar cáustico, a segunda intenção e ironia sempre presente?
Por mim, estão todos reprovados na disciplina de ética político/social.
À falta de melhor desempenho, optemos pelo que podemos avaliar a olho nu.
A queda para o exagero não convence ninguém! A tendência de mal dizente tão pouco. Esperamos pacientemente as respostas da praxe. Os inquéritos e as comissões. E esperemos que no fim, Vossas Excelências, sejam ainda entendidos, ainda respeitados pelo povo português, de modo a promover um voto sincero, livre e oportuno.
Mais uma vez as mulheres deste país, são chamadas a votar na verdade, competência e eficácia. Nós mulheres podemos sempre, decidir as eleições! Estamos em maior número a nível nacional, somos mais formadoras do que os homens. E sobretudo sempre mais sacrificadas, pelas ditas políticas de excepção, que já tardam em se tornar a regra e a lei. Obviamente com mais ênfase, nas políticas sobre a maternidade, aleitamento e segurança nos cuidados pré, péri e pós natais. Consequentemente, qual o verdadeiro rumo que queremos para este país?
Por favor, nos novos boletins de voto, não insistam nas siglas partidárias parecidas na grafia, esse é um erro de principiantes.
Qual é a razão específica destes erros, porque não usam cores diferentes, nas várias siglas ? Por que razão não colocam um boletim de voto grande, fora da porta das várias mesas de voto a nível nacional, para informar os mais idosos ou os menos atentos ou informados, da ordem real da distribuição dos partidos no boletim de voto, para que todos possamos escolher em consciência e livremente?
O direito ao voto está consagrado na Constituição, convinha existir, eventualmente mais uma adenda a legislar a forma de facilitar o acesso a todos. Refiro-me aos mais idosos, aos analfabetos e aos menos aptos nestas lides políticas. Conheço pessoas que escrevem na mão, o nome do partido. Vocês não? Pois é, pensámos que estas confusões, só acontecem no norte e centro do país, mas Lisboa e Porto estão pejadas de pessoas mal informadas e emigrantes que votam em grupo, de acordo com as definições de um suposto chefe.
Esperemos que o povo português, vote de forma livre, realista e responsável. Esperemos que desta vez, possamos escolher uma maioria, ou acordos eficazes e credíveis para uma legislatura de quatro anos.
É que meus senhores, senhoras amigos, amigas, inimigos, inimigas e outros, uma coisa é certa, com o dinheiro, a verba gasta nas eleições em cada ano civil, eu já tinha conseguido construir um hospital renovado e bem apetrechado, em Viana do Castelo, outro em Ponte e Lima e outro em Barcelos. Pelo menos, com as verbas dos últimos quatro anos. Quase 200 milhões de euros, não? Mais coisa menos coisa!
Haja saúde, educação, inteligência e coragem, para escolher o melhor caminho para o povo português.
* Recebi a afirmação abaixo citada, por sms. Penso que foi escrita por Manuel Beninger.
* “O governo caiu por não dar explicações, a um indivíduo, que por sua vez se demitiu, por não dar explicações sobre a indemnização da Tap e são convocadas eleições por um outro indivíduo, que não deu explicações no caso das gémeas. ”




