A CCD do Bloco de Esquerda de Viana do Castelo esteve reunida para ratificar as listas de candidatos às próximas eleições autárquicas de outubro de 2025.«O Bloco procurou, ao longo dos últimos meses, promover o diálogo e estabelecer entendimentos à esquerda com vista à construção de uma alternativa política alargada para o concelho. Apesar da iniciativa e da disponibilidade demonstradas, não foi possível concretizar acordos com outras forças políticas. Neste contexto, o Bloco apresenta-se sozinho a estas eleições, com o compromisso reforçado de defender os interesses da população de Viana do Castelo e de aprofundar a democracia local»
– pode ler-se no comunicado enviado à comunicação social.
O candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Viana do Castelo é Carlos da Torre, de Viana do Castelo. Designer e artista visual. Autor da imagem gráfica de diversas empresas, produtos, instituições e eventos, ao longo dos últimos quarenta anos. Fez a sua formação de base no Curso de Ingresso no Ensino Superior Artístico da Cooperativa de Ensino Polivalente Artístico Árvore e frequentou o Curso Superior de Desenho da ESAP (na época, “Árvore” também). Foi professor de Educação Visual de 1986 a 1996 e formador em diversos cursos de formação profissional. Dirigiu o departamento de comunicação da empresa J. Canão de 2005 a 2006. Foi consultor responsável pela imagem corporativa e de marcas da Sanitop de 1999 a 2007. De 2007 a 2011 dirigiu o departamento de design e comunicação da mesma empresa, participando ainda no seu conselho estratégico. Dirigiu a Gráfica da Casa dos Rapazes de 2019 até abril de 2025. Nos últimos dez anos tem desenvolvido diversos projetos artísticos pessoais com o principal foco no desenho digital. Foi o primeiro candidato pelo Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Caminha em 2001 e de 2010 a 2013 representou o Bloco em sessões da Assembleia Municipal de Caminha como Deputado Municipal.
O Bloco de Esquerda, segundo a Distrital, «apresenta-se a estas eleições com o propósito de continuar a defender uma governação autárquica que garanta direitos sociais, promover a igualdade, o acesso universal à educação, o reforço dos cuidados de saúde e o apoio à cultura». O Bloco «pretende assim consolidar políticas locais que devolvam às pessoas o controlo sobre as suas vidas e territórios, através de uma gestão participativa, inclusiva e transparente».
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