Em nome dos “direitos humanos”, do “progresso” e da “justiça social”, hoje operam milhares de ONGs que não respondem ao povo, mas que decidem acima dele. Elas não são eleitas democraticamente, não prestam contas e, no entanto, moldam leis, censuram ideias e educam nossos filhos. Como isso é possível?
Porque elas já não precisam de armas nem de votos. Basta-lhes o poder do dinheiro, da propaganda e da censura disfarçada de correção. Grandes fundações e organismos internacionais financiam essas organizações para impor uma agenda global: aborto, ideologia de género, desintegração familiar, digitalização obrigatória, controle sobre a educação e sobre a alimentação. Tudo é apresentado como progresso. Mas quando se aprofunda no discurso, o que se revela é dominação.
As ONGs mais poderosas fabricam consenso através da repetição, eliminando do espaço público qualquer voz crítica. O que não se encaixa em sua ideologia é rotulado como discurso de ódio ou fake news. E assim, o cidadão se cala acreditando estar sozinho, enquanto a tirania se disfarça de solidariedade.
Frente a isso, só há uma defesa real: a lei natural. A razão reta, a verdade moral, a dignidade do ser humano, a soberania das comunidades locais. Aquela lei que ninguém escreveu, mas todos conhecemos: não matar, não manipular, não mentir, não escravizar o outro por benefícios económicos.
PUBÉ hora de desmascarar as ONGs que atuam como ferramentas de engenharia social, exigir transparência total sobre sua financiamento e recuperar o controle de nossas vidas, nossas escolas, nossas leis e nossas consciências.
A pior ditadura não é aquela imposta com violência. É aquela que se apresenta como salvação, enquanto aniquila em silêncio a liberdade e a verdade.












