A Biblioteca Municipal de Ponte de Lima acolheu, no passado dia 8 de maio, a fase final de mais uma edição do Concurso Concelhio de Leitura, uma iniciativa promovida pelo Município de Ponte de Lima em colaboração com os Agrupamentos de Escolas do concelho, com o objetivo de fomentar o gosto pela leitura e valorizar competências de literacia, compreensão leitora e expressão oral entre os estudantes limianos.
A primeira fase do concurso decorreu nas bibliotecas escolares, que apuraram os finalistas dos quatro ciclos de ensino – 1.º, 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário – para a grande final. No total, participaram 29 alunos, do 3.º e 4.º anos do 1.º ciclo até ao ensino secundário.
Na prova final, os jovens foram desafiados a demonstrar as suas competências através da leitura expressiva de excertos literários, justificando as suas escolhas com argumentos claros e fundamentados. O júri, composto por personalidades do meio cultural e jornalístico, teve a difícil missão de selecionar os melhores entre os melhores:
- Fernando Pereira, Diretor do Jornal Alto Minho
- Andreia Cunha, Jornalista do Alto Minho TV
- Sá Lima, Diretor da Rádio Ondas do Lima
- Fernando Hilário, Presidente da Associação de Escritores, Jornalistas e Produtores Culturais de Ponte de Lima
- Ana Carneiro, Coordenadora da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima
Os vencedores do concurso foram:
PUB- 1.º Ciclo: Simão Cerqueira Puga Borges Quintela (Agrupamento de Escolas de Ponte de Lima)
- 2.º Ciclo: Francisco Oliveira Moreno Cid (Agrupamento de Escolas António Feijó)
- 3.º Ciclo: Maria Francisca Araújo (Agrupamento de Escolas de Ponte de Lima)
- Ensino Secundário: Letícia Cunha Martins (Agrupamento de Escolas de Ponte de Lima)
Todos os participantes demonstraram entusiasmo, empenho e dedicação, revelando não só o seu apreço pelos livros, como também uma notável capacidade de comunicação e interpretação.
A cerimónia de entrega de prémios contou com a presença do Sr. Vice-Presidente da Câmara Municipal, Dr. Paulo Sousa, que enalteceu a qualidade dos desempenhos e sublinhou a importância de iniciativas como esta para a formação integral dos jovens. Todos os concorrentes foram distinguidos com certificados de participação, prémios e um merecido aplauso por parte da organização.
O Concurso Concelhio de Leitura 2025 destacou-se, uma vez mais, como uma celebração do livro e da palavra, revelando talentos promissores e consolidando o papel da leitura como pilar fundamental da educação.













2 comentários
Ler jornais (impressos ou digitais) é saber mais.
Nem, sempre, é aprender a escrever.
Ler tudo o que se encontrar escrito.
Seja jornal, revista, livro, programa político, folheto publicitário, e tudo o mais que se encontre escrito.
Ler um livro singelo.
Evitar, tentar, ler obras de autores nacionais ou estrangeiros, muito consagrados.
Começar por poesia e prosa simples.
Depois pegar num autor mais consagrado, mas obras de assunto singelo.
E contos.
E vai sendo leitor até aos consagrados.
Camilo. Eça. Garrett, …
E Valter, José Luís… e outros autores atuais.
Ler…
Sou Leitor de tudo.
São palavras.
Eu li, para vocês, do semanário “Minho Digital”:
Um PS, que desde há 5 anos, vem de forma “trauliteira” a tornar-se extremista… O PS, na escrita de um dos seus ideólogos é igual ao Chega… (in OP)
O nosso regime político suspira por um antigo ditador… (in OP)
P. Kolbe, que esteve em Auschwitz, projectou uma “nave-espacial… (in C)
Israel+Gaza=68200 vidas perdidas… (in VM)
Internautas têm o dever de aprender a ouvir e a ler com sentido crítico… (in FM)
A Guerra começa nas mãos dos mais velhos… (in OC)
Os arrogantes caem de muito alto…(in SV)
O Império Romano foi desagregado pelos Bárbaros… (in OP)
Vivemos numa época difícil para o pensamento honesto e para o debate produtivo. (in CH).
Já pensaram em quantos meios de comunicação estive.
Sou Leitor de tudo.
Pego num jornal e começo na Última página.
As “frescas”.
As capas estão na net…
Leio os títulos das notícias grandes e das breves.
Leio, todos, os artigos escritos, melhor ou pior, ou bem (escritos!).
Honro quem os escreveu. E quem os leu. E quem os publicou, imprimindo.
No dia em que desaparecesse o impresso, seria o início do deserto informativo.