No distrito de Viana do Castelo, André Ventura passou de 24,6% na primeira volta para 35,3% na segunda volta, o que representa um crescimento superior a 11 mil votos face ao primeiro sufrágio. Trata-se de uma subida muito significativa, expressiva e politicamente relevante.
Este crescimento foi transversal e consistente. Reforçámos a votação em todos os concelhos e em todas as freguesias do distrito, sem exceção. Em cada território, em cada comunidade, houve aumento de confiança neste projeto político. Não foi um crescimento pontual, nem concentrado. Foi uma consolidação distrital, sólida e sustentada, que demonstra enraizamento, expansão e maturidade política no Alto Minho.
André Ventura foi ainda o candidato mais votado em freguesias de três concelhos do distrito.
Em Ponte da Barca, venceu nas freguesias de Lindoso e Sampriz. Em Monção, foi o mais votado em Barroças e Taias e em Moreira e Pinheiros. Em Valença, liderou na freguesia de Cerdal e nas uniões de freguesias de Gondomil e Sanfins e de São Julião e Silva.
Estes resultados demonstram que, mesmo num contexto nacional em que André Ventura alcançou 33% dos votos, o Alto Minho esteve claramente na linha da frente deste crescimento, com mais 2% acima da média Nacional.
O distrito de Viana do Castelo foi, aliás, o melhor distrito do Norte de Portugal em termos de resultado para André Ventura, confirmando que o Alto Minho é hoje um dos principais pilares do crescimento político que representamos. Esta evolução traduz a confiança crescente do Alto Minho numa alternativa clara, firme e coerente.
A nível nacional, com quase 1,8 milhões de votos, André Ventura consolidou-se como a principal referência alternativa ao sistema instalado e como líder do espaço político à direita em Portugal. Percentualmente, superou mesmo o resultado obtido pela AD nas últimas eleições legislativas, o que demonstra a dimensão e a consistência deste crescimento.
Importa igualmente destacar o reforço do apoio junto das comunidades emigrantes, que continuam a ser um verdadeiro farol deste projeto. Os emigrantes sabem o que é trabalhar fora, sabem o que é amar Portugal à distância e continuam a confiar num projeto que coloca a Nação e os portugueses em primeiro lugar.
Estes resultados foram alcançados num contexto particularmente exigente, em que elites políticas, mediáticas e institucionais se juntaram numa frente de contenção contra André Ventura e o CHEGA. Tentaram descredibilizar, desestabilizar e isolar. Ainda assim, crescemos. Subimos. Reforçámos a nossa base eleitoral. Consolidámos liderança.
Respeitamos plenamente os resultados eleitorais. O povo fala e é soberano. Contudo, acreditamos que Portugal perdeu uma oportunidade histórica de mudança profunda e estrutural. Pelo trabalho realizado, pela coerência demonstrada e pela coragem política assumida, consideramos que merecíamos mais.
Houve quem esperasse que este projeto enfraquecesse. A realidade demonstrou o contrário. O Alto Minho mostrou força, maturidade e determinação.
A luta política não termina aqui. Continua. Com mais responsabilidade, mais proximidade às pessoas e ainda maior determinação. O projeto é sólido. Tem liderança. Tem base social. Tem futuro.
Portugal vai mudar. E o Alto Minho está na linha da frente dessa mudança.
Distrital do CHEGA Viana do Castelo












