Presidenciais 2026, lá vem mais um!

Portugal no seu melhor!Um país verdadeiramente democrático, não há a menor dúvida. 

Eventualmente 20 candidatos, com tanta oferta vamos ter 3 ou 4 voltas.

“(…) senhoras e senhoras é só concorrer, já lá vem mais um (…)”

Meu Deus, até parece que estamos na feira de S.Mateus, à espera de dar uma volta no carossel.

“(…) só mais uma volta, senhoras e senhores, só custa começar, o povo é que está a pagar (…)”

A sério são vinte candidatos, é mais do que um jogo de xadrez.

GOSTA DESTE CONTEÚDO?
Manso Preto

“Um jogo de xadrez tem um total de 32 peças, sendo 16 peças brancas e 16 peças pretas. Cada conjunto de 16 peças é composto por 1 rei, 1 dama, 2 torres, 2 bispos, 2 cavalos e 8 peões.”

Se ficarmos só com 15 ou 16 candidatos, não importa, as brancas são as primeiras a jogar. Tivemos um rei isolado com a sua rainha, depois vieram as torres bem alicerçadas, embora ainda falte confirmar, o apoio da torre preta. Depois 2 bispos, manhosos neste caso, os dois com tremenda amplitude de movimentos. Temos ainda os dois cavalos, que não podiam faltar no jogo político, possantes, bonitos e elegantes, mas com apoios relativos aos cavaleiros escolhidos.

E finalmente os peões, que funcionam no tabuleiro de xadrez, como na vida política,  eles são carne para canhão.

Proteger o rei e a sua dama a rainha, é fundamental.

Os outros jogadores da mesma cor, sempre vão proteger o rei. Até a rainha dá a sua vida para que isso aconteça, ou não?

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Bem, o que realmente importa é que o jogo seja bem jogado, durante todo o tempo útil, obviamente fundamental, para amadurecer ideias e os valores humanos necessários, para convencer os cavalos a posicionarem os respectivos cavaleiros para defenderem a sua dama, a democracia e o seu rei.

É todo um jogo de bastidores, aplausos, risos, acenos de cabeça concordantes e de natural reprovação de alguns casos.

Já temos muitas estruturas expostas, que lutam através de assinaturas camufladas.

Quantos serão os peões a abater? Que ideia, ninguém vai morrer, no tabuleiro de xadrez o peão tomba e é retirado de cena.

Todos os peões obviamente estão em posições susceptíveis, mas enquanto se movem, fazem grandes estragos e escolhas duvidosas. Ou antes pelo contrário, abrem caminho para os seus respectivos direitos humanos, provando mestria na escolha.

Você pode escolher quem quiser, mas no fim os homens das capas, advogados, empresários, juízes e políticos na reserva, com a ajuda dos peões que estão de fora, neste caso a comunicação social, vão fazer o seu jogo de manipulação adequada às circunstâncias e surpreender o povo.

Pois é! Pois é! Isto é um autêntico concurso de atributos, presença, frieza perante as câmaras e os flashes. Segurança e atitude nas respostas, deixar de lado as eventuais vozes de comando, porque os jornalistas eles também doutorados, já não as aceitam e são sempre os últimos a despedirem-se de nós, que somos a chamada, opinião pública.

Os jornais e  os jornalistas do momento,  fazem das eleições presidenciais, as mais diferentes e solicitadas notícias e títulos desses jornais.

 

Veja-se este exemplo do “Observador”:

“Presidenciais 2026: Já são mais de 20 os candidatos assumidos (e os que ainda estão a pensar) na corrida a Belém. 

A seis meses das eleições presidenciais marcadas para janeiro de 2026, o xadrez político começa a ganhar forma com 15 pré-candidaturas oficialmente anunciadas e outras seis figuras públicas em fase de reflexão. A maioria dos nomes que já avançaram são independentes, mas o cenário pode alterar-se até ao final do ano, à medida que partidos e potenciais candidatos clarifiquem posições.”

 

Exactamente, ninguém fala ou dá opinião sobre as eleições autárquicas,  já está tudo resolvido?

Não sei que impulso positivo ou negativo,  poderão dar as próximas eleições, que são só as autárquicas, as da sua cidade, da sua freguesia, da sua vida diária e dos normais problemas do dia a dia.

Veja lá se escolhe a pessoa certa, uma pessoa com visão de futuro e com pragmatismo suficiente, para tomar decisões na hora ou atempadas às circunstâncias exigidas.

Você também vai votar num visionário, numa pessoa confiante e de contas certas. Num respeitador do meio ambiente, dos usos e costumes da sua terra e dos direitos humanos.

Mas sobretudo você vai votar numa pessoa de bem, que você conhece e que tem provas dadas a nível político e social.

Depois de escolher e decidir sobre o rumo e o futuro da sua terra, pode pensar calmamente nas eleições presidenciais.

E não se esqueça, que bem ou mal, a pessoa que você escolher, vai representar Portugal no estrangeiro.

Por isso sinta-se muito bem representado sempre!

Sinta orgulho, e identifique-se com o seu representante.

Vote de forma consciente nas eleições autárquicas.

Vote de forma ainda mais consciente nas eleições presidenciais.

A escolha é sua, o voto é de todos, votar é escolher, ter possibilidade de escolha é viver em democracia.

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