Arcos de Valdevez: onda de solidariedade depois da angústia de ver a casa consumida pelas chamas

Tragédia despertou consciências. A família da freguesia do Vale (Arcos de Valdevez) que ficou desalojada, na sequência do incêndio que consumiu a casa onde residia, no lugar de Subdevesa, sente-se “reconfortada” com a ajuda vinda de todos os lados.

Os donativos, os gestos altruístas e as palavras de apoio levantaram o moral do casal Manuel da Silva Amorim e Sara da Cunha Cerqueira, e dos filhos Catarina Amorim e Mário Amorim.

O dia 31 de outubro de 2015 ficará, pelos piores motivos, para sempre na memória do agregado familiar que, de um momento para o outro, ficou sem casa e sem muitos dos seus pertences. Mas, segundo Catarina Amorim, é a ajuda desinteressada que mais importa ressaltar agora. “Passado o período mais difícil, é justo, em nome da família, dizer um ‘grande obrigado’ aos nossos conterrâneos, à Junta de Freguesia, ao Município de Arcos de Valdevez, à Paróquia, ao Centro Social e Paroquial, à comunidade emigrada além-fronteiras (França, Suíça, Alemanha, Estados Unidos e Canadá) e às coletividades locais (Associação Juvenil de Bombos e Cantares do Vale, Associação Recreativa e Cultural do Vale e Rancho Folclórico e Cultural das Lavradeiras de S. Pedro do Vale)”, diz, com a voz embargada, a jovem Catarina, “muito agradecida também a amigos, colegas e família”.

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A este movimento, juntou-se o altruísmo dos colaboradores/colegas da empresa Coindu, que lançaram uma campanha de angariação de fundos (e de bens) para custear a aquisição da casa onde o agregado familiar foi realojado no lugar de Redonda, fruto da boa vontade do conterrâneo Carlos Costa, que cedeu graciosamente o imóvel durante os primeiros meses.

A família, no seguimento das generosas contribuições, tem a esperança de ultimar a operação de compra da casa em 2016.

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Nuvem do Minho
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