Festival Vodafone Paredes de Coura em noite de prémios

2015-08-21_00

O Festival Vodafone Paredes de Coura foi o grande vencedor da terceira gala dos Portugal Festival Awards. Conseguiu cinco prémios, mais dois que na edição do ano passado, e confirmou o prestígio deste evento.
Despois de, na edição de 2014, ter arrecadado três prémios nos Portugal Festival Awards, este ano a noite foi de glória para o Vodafone Paredes de Coura, que logrou conquistar cinco galardões, incluindo o de Melhor Festival de Grande Dimensão. “É fantástico chegar aqui e levar os prémios mais importantes”, referiu João Carvalho, da Ritmos, na altura de receber o troféu. Ou melhor, um dos troféus, porque a noite da passada terça-feira trouxe mais quatro prémios, sendo três repetentes – Melhor Campismo, Melhor Festival Não Urbano e Melhor Activação de Marca – e uma novidade – Melhor Cartaz. “É justo! Conseguimos um cartaz fantástico”, explicou João Carvalho, realçando a casa cheia desta edição do Vodafone Paredes de Coura.
O rosto mais conhecido da organização do Vodafone Paredes de Coura lembrou ainda que a distinção de Melhor Festival de Grande Dimensão é um reconhecimento da persistência dos organizadores. “Houve anos bons e anos maus. Chegamos a penhorar bens pessoais para levar para a frente esta aventura”, referiu João Carvalho, explicando que “estivemos para desistir várias vezes, ainda bem que não fizemos”.
Referindo-se ao prémio atribuído para o Melhor Campismo, o director da Ritmos considerou que o campismo do Vodafone Paredes de Coura “é mágico, é um campismo de emoções”. E que conseguiu ser o melhor, mesmo em ano de inédita lotação esgotada. A pensar já na edição de 2016 deste festival, João Carvalho referiu que trabalham “cada vez mais cedo para criar as melhores condições”. “No próximo ano vamos aumentar a área de campismo, aumentar a zona de chuveiros em três locais diferentes e mudar a relva”, adiantou aquele responsável.
João Carvalho aproveitou ainda a gala dos Portugal Festival Awards para lembrar a tragédia ocorrida dias antes em Paris, homenageando quem estava a assistir ao concerto dos Eagles of Death Metal, banda que actuava no “Bataclan” aquando dos ataques terroristas e que também já passou por Paredes de Coura. “Essas pessoas perderam a vida a ver um concerto. Foram chacinadas enquanto consumiam cultura”, referiu o director da Ritmos.

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