Como eu gostaria de escrever, nestas datas festivas, sobre outro tema…
Seria um bom sinal de que tudo estaria a correr dentro da normalidade!
Mas não posso, não consigo, não devo!
Por isso, as minhas palavras, arrancadas do coração, vão de agradecimento para com aqueles que durante meses a fio, ano após ano, dia e noite, tudo fazem para nos protegerem!
Médicos, enfermeiros, auxiliares de saúde, cuidadores, voluntários, bombeiros, agentes da autoridade e até aqueles que, ocupando lugares de responsabilidade política, muitas vezes sem maldade nos confundem com comentários menos preparados – todos eles merecem o meu respeito e, estou certo, de todos os portugueses.
Não é fácil lutar contra tantos e os mais variados percalços!
Homens e mulheres dos mais variados credos religiosos e etnias deram-nos – e continuam a dar-nos – verdadeiros exemplos de Humanismo.
Mas todos os contratempos não nos devem deixar cair os braços ou facilitar as medidas de prevenção, porque ainda temos muito tempo para viver…
Mas, chegados aí, será que os nossos comportamentos serão iguais ou, ao contrário e como seria desejável, arrepiamos caminho e pomos em prática os ensinamentos que tirámos desse passado?
Sendo eu um homem de Fé, confesso que temo pelo pior…





