Lendas e Mitos do Brasil: Estado do Paraná (3)

O comentário  desta edição está voltado para  a cidade de PONTA GROSSA, no Estado do Paraná, contando com os subsídios colhidos  na  Wikipédia, a enciclopédia livre.

PONTA GROSSA

 

 

 

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Localização de Ponta Grossa no Paraná

 Ponta Grossa é um município brasileiro do estado do Paraná, do qual é o quarto mais populoso, com 358 367 habitantes, conforme o censo de 2022. Conta com a nona maior população do Sul do Brasil e a septuagésima sexta do país.

Localizado no Segundo Planalto Paranaense, é o núcleo dos Campos Gerais do Paraná, que tem uma população superior a 1 100 000 habitantes (IBGE/2014) e o maior parque industrial do interior do estado. Com uma área é 2 054,732 km², Ponta Grossa é conhecida como Princesa dos Campos e Capital Cívica do Paraná, além de receber o título de Capital Paranaense da Cerveja.

A distância rodoviária até Curitibacapital administrativa estadual, é de 103 quilômetros, e de Brasília, capital federal, é de 1 320 quilômetros.

 

LENDAS E MITOS

(Publicados mo final da crônica)

Etimologia

O nome Ponta Grossa é a toponímia de uma grande colina coberta por um capão de mato, que podia ser vista de longa distância pelos viajantes. Relata-se que os tropeiros, quando se aproximavam do lugar, a ele se referiam: Estamos próximos ao capão da ponta grossa.

Entretanto, Manoel Cirillo Ferreira escreveu que Miguel da Rocha Carvalhães, proprietário de terras na região, teria mandado seu capataz Francisco Mulato, escolher um local para sediar sua fazenda. Ao desincumbir-se, o capataz teria assim descrito o lugar: Fica encostado naquele capão, que o senhor bem sabe, que tem a ponta grossa.

Outro escritor, Nestor Victor, relata que Miguel da Rocha Carvalhães doou as terras necessárias para a origem do povoado no lugar, que passou a ser assim chamado, devido a um capão próximo aos seus terrenos que formava uma ponta grossa. De todo modo, o nome descreve a colina e características da vegetação do local.

História

Ponta Grossa em 1820, quando da visita de Debret ao sul do Brasil

Ponta Grossa teve seu território palmilhado a partir do século XVI, quando os Campos Gerais foram cruzados por expedições espanholas que demandavam do litoral catarinense até Assunção, no Paraguai. Mais tarde foi sucessivamente movimentada por conta das bandeiras seiscentistas, notadamente as da preia indígena. Mas a posse efetiva da terra, com fins de ocupação e colonização, que resultou na fundação da cidade de Ponta Grossa, deu-se a partir de 1800, período em que os Campos Gerais estavam sob a jurisdição da Vila Nova de Castro.

Os primeiros povoadores que aqui se estabeleceram, foram fazendeiros paulistas, vindos especialmente pela abundância de pastos naturais e beleza dos Campos Gerais. Fixaram-se nas imediações dos rios Verde e Pitangui, lançando as sementes de povoação do lugar. Pouco tempo depois beneditinos do Mosteiro dos Santos obtinham concessão destes campos, que chamaram Fazenda Bárbara. No entanto, em 1813, o governador interino da Província de São Paulo, D. Matheus Abreu Pereira, doava estas mesmas terras ao alferes Atanagildo Pinto Martins, bandeirante paranaense que perlustrou o caminho dos Campos de Palmas. Os beneditinos protestaram, alegando direitos adquiridos, apresentando o Termo de Concessão, mas de nada valeram os apelos, fincando a imensa área com o alferes Atanagildo.

Não demorou muito, e era senhor dos Campos Gerais, o capitão-mor José Góes e Moraes, que doou parte de suas terras aos jesuítas que nas proximidades do Ribeirão São Miguel, afluente do Rio Pitangui, ergueram a Capela de Santa Bárbara do Pitangui. onde estabeleceram o Curato da Companhia de Jesus que em pouco tempo conheceu extraordinário progresso. Paralelamente, os campos iam sendo sistematicamente ocupados, com o surgimento de grandes fazendas de gado. Neste período destaca-se a Fazenda Bom Sucesso, do sargento-mor Miguel da Rocha Ferreira Carvalhães, cujo limite abrangia área que hoje constitui o perímetro urbano de Ponta Grossa.

Onde hoje se encontra a Catedral Metropolitana, existia um rancho de pousada, erguido por tropeiros, junto a uma centenária figueira, sob a qual plantaram uma cruz. Era ali o ponto de parada de tropas e viajantes. Outro ponto de referência nesta época era a Casa-de-Telhas, construída pelos jesuítas para se relacionarem com povo da região. Nesta casa celebravam-se os ofícios do sacramento e festas religiosas. Em pouco tempo, em torno da Casa-de-Telha surgiram as primeiras choupanas.

fazendeiro Miguel da Rocha Ferreira Carvalhães, antevendo o futuro do lugar, procurou incentivar seu progresso. Convocou os vizinhos, e também os fazendeiros Domingos Ferreira Pinto, Domingos Teixeira Lobo, Antonio da Rocha Carvalhães e Benedito Mariano Fernandes Ribas e expôs a necessidade de se efetivar uma povoação, visto que resolveriam as dificuldades das questões eclesiásticas e lides civis, pois estavam jurisdicionados à Vila Nova de Castro. Relata-se que Carvalhães teria ordenado a seu capataz, Francisco Mulato, que procurasse na invernada Boa Vista, de sua propriedade, um local apropriado para se começar uma nova povoação. O local escolhido teria sido o atual subúrbio da Boa Vista. Ao cumprir a missão Francisco Mulato teria dito “Sinhô sabe bem porque é encostado naquele capão que tem a ponta grossa“.

Tendo aprovado o nome mas não a localização, o grupo de fazendeiros resolveu que o lugar do futuro povoado seria onde um pombo branco com um laço vermelho no pescoço, solto nas pradarias, viesse a pernoitar.

Depois de muitas revoadas, a ave pousou exatamente na cruz do rancho dos tropeiros, debaixo da centenária figueira. lá existente, tendo esse fato sido interpretado como de bom augúrio e predestinação, para a efetiva povoação de Ponta Grossa. Algumas fontes dão o nome Estrela, como primitiva denominação de Ponta Grossa, …porque podia ser vista de algumas léguas de distância, situada no meio dos campos, sobre uma eminência como a cidade atual ainda está (Terra do Futuro – Nestor Victor).

A partir de então a povoação progrediu extraordinariamente. Em 15 de setembro de 1823, através de Alvará Imperial, foi criada a Freguesia de Estrela, sendo primeiro vigário da localidade o padre Joaquim Pereira da Fonseca. Em 1840 o patrimônio foi aumentado, por área denominada Rincão da Ronda e doada por Domingos Ferreira Pinto. Pela Lei Provincial nº 34, de 7 de abril de 1855, foi criado o município de Ponta Grossa, com território desmembrado do município de Castro, sendo devidamente instalado em 6 de dezembro do mesmo ano. A Lei Provincial nº 82, de 24 de março de 1862, elevou a vila à categoria de cidade. Em 15 de abril de 1871, através da Lei nº 281, passou a denominar-se Pitangui, mas voltou-se a chamar Ponta Grossa a partir de 5 de abril de 1872, pela Lei Provincial nº 409. Ponta Grossa passou a sede de Comarca em 18 de abril de 1876, pela Lei nº 469, sendo instalada em 16 de dezembro do mesmo, assumindo nesta data como primeiro Juiz de Direito Conrado Ericksen.

Em 1878, por iniciativa de Augusto Ribas, se iniciou a colonização russoalemã no município, dois anos depois da visita do Imperador Dom Pedro II, principal incentivador das imigrações, quando se hospedou na residência do Major Domingos Pereira Pinto a quem concedeu o título de Barão de Guaraúna.

Em 17 de outubro de 1930, chegou à estação ferroviária Getúlio Vargas e suas tropas que ficaria quinze anos no poder da república. Nesta ocasião Getúlio caminhou pelas ruas da cidade ao lado do tenente-coronel Galdino Luís Esteves e Aristides Krauser do Canto, sendo ovacionado pelos populares que agitavam lenços e bandeiras vermelhas, símbolo da revolução.

Ponta Grossa foi berço de grandes nomes da política paranaense, sendo conhecida como “Capital Cívica do Paraná”.Atualmente Ponta Grossa destaca-se como um dos mais industrializados municípios do Estado, sem contar a importância no setor turístico, com Furnas, Lagoa Dourada e a mística Vila Velha.

Geografia

Represa dos Alagados.

Vista da Lagoa Dourada, em Ponta Grossa.

 

Clima

Localizado no Segundo Planalto Paranaense, na classificação climática de Koppen-Geiger possui um clima do tipo Cfb (mesotérmico) equivalente na Classificação climática de Strahler como subtropical úmido com verões moderadamente quentes e invernos relativamente frios na maior parte do município, não possuindo uma considerável amplitude térmica anual (contudo ainda maior se comparada a Curitiba) devido a ação moderadora do Oceano Atlântico que está a 180 km de distância combinado com a hipsometria planáltica (entre 700 a 1 000 m), o que não permite recair num clima subtropical do tipo Cfa (temperatura média do mês mais quente acima de 22 °C), embora ocorra no extremo leste do município nas planícies da nascente do Rio Ribeira, aonde a altitude é consideravelmente menor que a média para Ponta Grossa.

Hidrografia

O município de Ponta Grossa está inserido quase que integralmente na bacia hidrográfica do Rio Tibagi que nasce em seu território, se orienta para o Norte, e depois de atravessar diversos municípios, faz foz no Rio Paranapanema na divisa com o Estado de São Paulo. Desta bacia hidrográfica, os rios mais próximos à cidade são o Rio Verde, o Rio São Jorge, o Rio Botuquara e o Rio Pitangui (que abastece a cidade) no qual se situa a barragem dos Alagados.

No extremo Nordeste do município, uma pequena parte do território está inserida na bacia hidrográfica do Rio Ribeira que, ao contrário do Rio Tibagi, orienta-se para o Leste e faz foz no Oceano Atlântico.

Demografia

Portal do Cemitério São José, em Ponta Grossa

A população é composta das mais diversas etnias. Em seus primórdios, ela se deu pela soma de desbravadores portugueses, tropeiros e famílias ilustres vindas principalmente de São Paulo.

 

Eslavos  (russospolacos e ucranianos), árabesitalianosjaponesesneerlandeses e alemães, sendo alemães e eslavos os mais numerosos, se estabedleceram na região, a partir do início do século XX.

Capela de Santa Bárbara do Pitangui, tombada pela Coordenação do Patrimônio Cultural do Estado do Paraná.

 

 

 

Catedral de Sant’Ana, sede da Diocese de Ponta Grossa.

Igreja Sagrado Coração de Jesus, popularmente conhecida como Igreja dos Polacos.

Igreja Greco-Católica Ucraniana da Paróquia Transfiguração do Nosso Senhor, popularmente conhecida como Igreja dos Ucranianos.

 

Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), em Ponta Grossa.

 

 

 

economia de Ponta Grossa está baseada na agricultura, na indústria, no comércio e prestação de serviços. O setor econômico teve três grandes impulsos durante o século XX. O primeiro em meados de 1900, com a instalação da ferrovia, o segundo na década de 1970, com a instalação de grandes indústrias da área alimentícia e moageira, e o terceiro na segunda metade da década de 1990, com a instalação de grandes empresas nacionais do setor logístico e produção, além de investimentos de grandes redes do setor de serviços.

O município está próximo de São Paulo e Curitiba, além de ser ponto de passagem para a exportação de produtos pelo Porto de Paranaguá e pelo Corredor do Mercosulrodovia que liga o Sudeste do Brasil aos países do Mercosul. É o quarto exportador paranaense e a décimo do Sul, em especial, para o Japão e a Europa.

Setor secundário

A cerca de dez quilômetros do centro da Ponta Grossa está o Distrito Industrial Ciro Martins. O complexo, localizado próximo á região do Bairro Cara-Cará, é o maior do interior do estado, atrás apenas de Curitiba e sua região metropolitana. Há indústrias do ramo de extração de talco, pecuária, agroindústria, madeireira, metalúrgica, automação industrial, alimentícias e têxteis.

Algumas das plantas industriais instaladas em Ponta Grossa são: AmbevDAF/Paccar, Frísia, Madero, MARS, Kurashiki, LP Masisa, Braslar Eletrodomésticos, MakitaCervejarias HeinekenContinentalTetra Pak, Beaulieu do Brasil, CargillBunge, Louis Dreyfus Commodities, Nidera, Cooperativa BatavoBataviaSadia, CrownCork Embalagens, BO PACKAGING BRASIL Embalagens. Na região do Distrito Industrial também está instalado o armazém graneleiro da CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), o maior complexo armazenador de grãos do Brasil, com capacidade estática de 420 mil toneladas.

Setor terciário

O processo de industrialização aconteceu entre 1975 e 2005, impulsionado pela boa infraestrutura de transporte, mão-de-obra qualificada e barata, com a presença da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e, a partir de 1991, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), além de faculdades particulares. A posição geográfica estratégica garante a proximidade para o transporte para portos de Paranaguá e de Santos, aeroporto de Curitiba e países vizinhos, como Argentina e Paraguai. Ponta Grossa consolidou-se como uma importante cidade polo, com uma alta demanda de prestação de serviços e um comércio diversificado.

Turismo

Taça, cartão-postal de Ponta Grossa

Observação: Vila Rica já mereceu, de minha parte, crônica especial, pblicada no Jornal Minho Digital

 

Cachoeira do Buraco do Padre.

 

 

Interior da Fenda da Freira.

 

 

 

 

 

 

Cachoeira Santa Bárbara no rio São Jorge.

Ponta Grossa conta com diversos atrativos naturais no interior do município, com espaços para a prática de esportes radicais, caminhadas e o contato com a natureza. No centro da cidade, o destaque é sua arquitetura histórica. Há ainda inúmeros eventos anuais que contam com público expressivo.[34]

O acesso ao município se dá pelas rodovias duplicadas BR-376 (ligação do Porto de Paranaguá ao Norte e Noroeste paranaense, assim como ligando o estado com São Paulo e Mato Grosso) e BR-277 (acesso às regiões Oeste e Sudoeste do Paraná), além da PR-151 (ligação Ponta Grossa – Itararé) e a Transbrasiliana. O município conta com moderna rodoviária, inaugurada em 2008, e é servida com voos regulares pelo Aeroporto Municipal Santana.

Atrações

Os principais atrativos naturais de Ponta Grossa são o Parque Estadual de Vila Velha, o Parque Nacional dos Campos Gerais, o Buraco do Padre e a Cachoeira da Mariquinha, alguns administrados pela iniciativa privada. Para esportes náuticos, os turistas e ponta-grossenses desfrutam da represa dos Alagados, a cerca de doze quilômetros do centro da cidade. O acesso se dá por trechos de estradas pavimentadas e de terra. Os principais edifícios históricos são a Mansão Vila Hilda (atual sede da Secretaria Municipal de Cultural), as antigas estações de trem Casa da Memória Paraná, Estação Arte e Estação Saudade, o Museu Campos Gerais, o Cine-Teatro Ópera, o Hotel Planalto Palace, datados entre o final do século XIX e começo do século XX, quando a cidade chegou a ser a terceira maior da Região Sul. Entre as atrações religiosas históricas estão o Mosteiro da Ressurreição, a Igreja do Rosário, a Capela de Santa Bárbara do Pitangui e o Cemitério São José. A cidade conta ainda com outros poucos prédios e casas centenárias sobretudo no eixo das ruas XV, Vicente Machado e arredores.

Atrações culturais

As atrações culturais e eventos, principalmente espetáculos teatrais e musicais, acontecem regularmente em espaços como o Cine-Teatro Ópera e Teatro Marista. Atualmente a cidade conta com quatro salas de cinema.

Turismo de negócios

turismo de negócios evoluiu entre as décadas de 1990 e 2000, com ampliação e construção de novos hotéis, que somam cerca de 2 000 leitos ofertados. São três grandes áreas para eventos: o Centro de Eventos Cidade de Ponta Grossa; os Centros de Convenções do Hotel Slaviero Executive Ponta Grossa e do Shopping Palladium. Outros hotéis, como o Hotel Planalto Palace e Bristol Vila Velha, ofertam espaços de pequeno e médio porte.[35]

Eventos

37° Festa da Uva em Ponta Grossa

Diversas festividades e eventos são realizados em Ponta Grossa. Há eventos anuais, como a Festa Nacional do Chope Escuro, a Münchenfest, com público médio de 100 mil pessoas, atrações musicais nacionais e internacionais, além de bandas típicas alemãs e parque de diversões; a Festa da Uva; o Festival Literário dos Campos Gerais (Flicampos); o Festival Nacional de Teatro Amador (FENATA), o Festival Universitário da Canção (FUC); a Exposição Feira Agropecuária e Industrial de Ponta Grossa (Efapi); o Congresso Internacional de Administração (ADM) a Festa do Divino, a Festa de São Cristóvão; além de outras festas religiosas e rodeios.

Infraestrutura

Transporte

Ponta Grossa é o principal entroncamento rodoferroviário do estado do Paraná, de onde partem rodovias e ferrovias para todas as regiões – além do potencial aquaviário inexplorado. O município é cortado pela rodovias BR-376 (ligando a Curitiba e ao Norte do Paraná – Apucarana), BR-373 (ligando a Prudentópolis e a BR-277) e PR-151 (ligando a Piraí do Sul e a divisa com São Paulo.[50] Também é cortado por quatro grandes ferrovias por meio de um grande entroncamento.

Urbano

O transporte urbano da cidade é baseado no sistema denominado de tronco-alimentador, que consiste em linhas alimentadoras e principais interligadas pelos quatro terminais urbanos (Central, Nova Rússia, Oficinas e Uvaranas). A concessionária atual de todas as linhas é a Viação Campos Gerais (VCG).

Aéreo

Em Ponta Grossa há o Aeroporto Santana (Aeroporto Municipal de Ponta Grossa – Comandante Antonio Amilton Beraldo), em processo de ampliação e modernização. O aeródromo foi inaugurado em 1949 e conta com voos diários para Campinas e São Paulo, pelas empresas Azul Linhas Aéreas e VoePass.

Ferroviário

Prédio da antiga estação ferroviária de Ponta Grossa

 

 

 

Cultura

Cineteatro Ópera.

 

 

 

Cine-Teatro Pax em Ponta Grossa.

 

 

 

Teatro Marista de Ponta Grossa.

 

 

 

Artesanato

 

 

 

 

Artesanato em palha na Casa do Artesão de Ponta Grossa

O artesanato de Ponta Grossa é representado por produtos com traços típicos da região, usando matéria-prima local, como a madeira, a palha, as sementes.[61] Entre os artesanatos podem ser encontrados os suvenirs, como produtos em cerâmicas, quadros e velas, bem como produtos alimentícios como geleias, doces, bolachas e cervejas.[62] Vários dos produtos locais podem ser encontrados em lojas de suvenirs e feiras de ruas.[63][64][65][66]

O destaque em Ponta Grossa fica para o artesanato em palha, considerado uma manifestação cultural tradicional da região. Os produtos confeccionados pelos artesãos são feitos com palha do milho utilizando técnicas de amarração, de tingimento e da assemblagem, formando diversos bonecos que representam santos, camponeses e tropeiros. A técnica tem sua origem na cultura indígena e tropeira dos Campos Gerais, somando o conhecimento herdado desses povos com o domínio da cestaria e da tecelagem com fibras naturais.

As lendas mais populares de Ponta Grossa

  1. Lenda do Parque Vila Velha

Observação: Vila Velha já mereceu crônica especial publicada no Jornal Minho Digital.

A primeira lenda e a mais conhecida, é a que explica como as rochas que compõem o Parque de Vila Velha se formaram.

Segundo o mito, antigamente o local era uma planície em que habitavam diversas tribos indígenas, algumas rivais uma das outras. Certo dia, o Deus Tupã resolveu guardar um tesouro na região. Então, para proteger o seu segredo, ele formou uma nova aldeia, composta pelos melhores guerreiros indígenas, denominados de Apiabas.

Esses guardiões tinham acesso ilimitado a todas as regalias, como caça e pesca, porém, para desfrutar de todos esses benefícios a única regra que Tupã exigia era que os guerreiros não poderiam se envolver com nenhuma mulher. Quando as tribos rivais souberam desse fato, escolheram a indígena Aracê Poranga para seduzir o chefe dos Apiabas e descobrir onde estaria o tesouro escondido. O elaborado plano deu certo e Dhui, o guardião chefe foi seduzido por Aracê. Entretanto, os dois acabaram se apaixonando. Após descobrir a traição de seu guerreiro, Tupã ficou furioso, petrificou o casal e provocou um terremoto, que deu origem às rochas. 

  1. Lenda das Pombinhas

Catedral Sant’Ana localizada no centro da cidade, carrega uma suposta lenda que explica o motivo da capela estar na colina.

Quando os fazendeiros dos Campos Gerais decidiram construir a igreja, tiveram dificuldade para escolher em qual local da cidade ela seria instalada. Sendo assim, para facilitar essa decisão, eles soltaram dois pombos brancos com fitas vermelhas nas pernas e onde as aves pousassem seria o local escolhido para a criação da capela. Para a surpresa dos fazendeiros, as aves pousaram na colina mais alta e ali então ergueram a Igreja Sant’Ana.

3. Lenda da Pedra Grande

Pedra Grande é um lugar perfeito para conhecer e admirar as belezas de Ponta Grossa. Mas o que você pode não saber, é que esse local também é conhecido por várias estórias intrigantes.

A principal lenda contada é que um dia na cidade apareceram três tropeiros para explorar região e procurar um tesouro escondido. Porém, mesmo após dias de escavação, os três amigos não encontraram nada. Entretanto, durante a madrugada, escondido de seus companheiros, um dos três homens entrou na caverna e conseguiu encontrar o ouro. Na manhã seguinte, quando os outros dois descobriram a traição, eles se desentenderam e começaram a lutar, mas o traidor acabou assassinando os colegas e fugindo com o ouro. Rumores dizem que os fantasmas dos dois rapazes aparecem no local de vez em quando.

*

Naturalidade Portuguesa

Nacionalidade Brasileira – Ministério da Justiça do Brasil

Cidadão Duquecaxiense – Câmara Municipal Duque de Caxias

Academia Duquecaxiense de Letras e Artes

Associado do Rotary Club Duque de Caxias – Distrito 4571

Coordenador do Banco de Cadeiras de Rodas do RC Duque de Caxias

Membro do Conselho Central da Campanha Nacional de Escolas da Comunidade

Cavaleiro Comendador da Ordem dos Cavaleiros de Santo André

Diretor Proprietário da Distribuidora de Material Escolar Caxias Ltda.

ajccunha40@gmail.com
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1 comentário

  1. Companheiro Antônio Joaquim, vc m fez voltar no passado lá pelos anos de 1964 quando eu tinha meus 14 anos.
    Em Ponta Grossa naquela época colocamos uma filial de nossa empresa do Arroz DACAS.. lembro de muitas raças conforme colocado no texto .
    Um forte abraço

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