
Ainda os ex-combatentes do Ultramar
‘ Povo que não respeita e não honra os seus mortos em combate, nem sequer merece o oxigénio que respira’. (General Carlos Azeredo)

‘ Povo que não respeita e não honra os seus mortos em combate, nem sequer merece o oxigénio que respira’. (General Carlos Azeredo)

Marcelo Rebelo de Sousa vai deslocar-se a Madrid onde se encontrará com D. Filipe VI, Rei de Espanha. Esperemos que, desta vez, na cerimónia oficial, a nossa língua se faça ouvir…

O Tenente-Coronel Comando Marcelino da Mata foi o militar português mais condecorado de sempre. Durante a Guerra Colonial, lutou pelas Forças Armadas de Portugal, tendo participado em 2412 operações de combate. Com ele, morreu grande parte do Portugal que amava!

Nos últimos tempos temos assistido a falecimentos numa geração que, desde miúdo, tem sido uma referência para mim.

No final da passada semana, recebi a triste notícia do falecimento de uma grande Amiga e Colunista aqui no Minho Digital – Antonieta Dias! Fiquei completamente destroçado! Perguntaram-me quais foram as dores mais fortes que consegui suportar. Fiquei em silêncio por um instante, não porque não soubesse a resposta, mas porque algumas dores não se explicam com palavras… Pensei nas dores físicas – aquelas que marcam a pele, cortam a carne. Sim, já senti algumas. Mas as dores mais intensas que já suportei não deixaram cicatrizes visíveis. Elas não sangraram, não latejaram de forma que pudessem ser curadas com remédios ou repouso. Foram dores que se alojaram na alma, que me silenciaram, que tornaram os meus dias longos e as noites difíceis de ultrapassar.

Como eu gostaria de escrever, nestas datas festivas, sobre outro tema… Seria um bom sinal de que tudo estaria a correr dentro da normalidade! Mas não posso, não consigo, não devo!

Como me tenho divertido! No entanto, estes momentos hilariantes, por outro lado deixam-me preocupado com o meu país, noutra vertente que é quando as redes sociais difundem insinuações, covardes por sem provas da parte de quem as proferiu, e mentem numa clara intenção confrangedora de falta de carácter e contra-informação! Nem na política, nem na informação, pode valer tudo!

Todos os anos ao chegar à época natalícia muitos perdem-se entre presentes, correrias às lojas, mesas fartas de comida… Mas será o Natal apenas isso? Não!

Quando eu era criança a chegada do Natal despertava em mim ansiedade e alegria. Ansiedade em relação aos brinquedos que o Pai Natal deixaria na chaminé e a alegria por saborear junto com a família as guloseimas da ceia de Natal.

Hoje, optei por falar de política e dos seus usufrutuários.É útil, conveniente e sempre pode proporcionar-nos alguns momentos de ironia incontida…
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